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Piscina sem manutenção atrai mosquito da dengue e pode gerar multa em Montenegro

Água acumulada e sem tratamento é um risco para a proliferação do Aedes aegypti. No município, foram identificadas 20 piscinas em situação irregular

Por Kassiane Michel
Publicado em: 10.05.2022 às 16:58 Última atualização: 10.05.2022 às 17:31

A Vigilância Sanitária de Montenegro já identificou mais de 20 piscinas em situação irregular. A água acumulada e sem tratamento é um risco para a proliferação do mosquito Aedes aegypti. Nesses locais, a Vigilância Sanitária tem multado os moradores e proprietários, em casos de estabelecimentos comerciais. A medida tem valores a partir de R$ 208,94.

Água acumulada e sem tratamento é um risco para a proliferação do mosquito Aedes aegypti
Água acumulada e sem tratamento é um risco para a proliferação do mosquito Aedes aegypti Foto: Prefeitura de Montenegro/Divulgação
De acordo com a coordenadora da Vigilância Sanitária, Beatriz Regina Garcia, “os proprietários de imóveis com piscinas são obrigados a manter tratamento adequado da água, de forma a não permitir a presença ou proliferação de mosquitos. Isso está na lei e se a pessoa não cumprir, será multada”. Após a fiscalização, o morador recebe um prazo para regularizar a manutenção. Caso não cumpra, ele é multado.

“A gente orienta que as pessoas nessa época do ano em que não se usa a piscina, que liguem o motor uma vez por semana. Pois a larva precisa da água parada. Se não tiver motor, tem que colocar cloro e os demais produtos”, explica Beatriz.

Além de piscinas, estão sendo fiscalizados outras áreas. Recipientes como potes e garrafas podem se tornar atrair o mosquito da dengue. Conforme a coordenadora, os pneus também são apontados como criadouros do Aedes aegypti. Isso ocorre pois esses objetos ficam abandonados em locais isolados do terreno e acumulam água da chuva.

Até terça-feira (10), 188 pessoas já haviam testado positivo para dengue em Montenegro. Beatriz diz que as visitas estão sendo feitas, principalmente, nas casas dos moradores que estão com a doença. Segundo ela, é feito o acompanhamento para verificar o estado de saúde da pessoa e também “uma verificação no terreno e nos vizinhos em um raio de 150 metros”.

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