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Notícias | Região VALE DO PARANHANA

Morador de Igrejinha que teve morte por dengue confirmada tinha 79 anos

Idoso morreu no dia 14 de março. Óbito pela doença foi confirmado pelo Estado nesta sexta-feira (8)

Por Da redação
Publicado em: 08.04.2022 às 16:24 Última atualização: 08.04.2022 às 16:54

A Secretaria Estadual da Saúde (SES) divulgou na tarde desta sexta-feira (8) as informações sobre as mortes por dengue confirmadas no Estado nesta manhã. Uma das vítimas era um morador de Igrejinha, no Vale do Paranhana. Conforme a SES, trata-se de um homem, de 79 anos. 

Conforme a Prefeitura de Igrejinha, ele morreu no dia 24 de março no Hospital São Francisco de Assis, em Parobé. O município não divulgou os dados clínicos do paciente ou outras informações devido à Lei Geral de Proteção de Dados.

Primeira morte por dengue deste ano na região é confirmada pelo Estado
Primeira morte por dengue deste ano na região é confirmada pelo Estado Foto: Arquivo-GES
A cidade tem 2.162 casos confirmados de dengue, sendo 430 ativos. De acordo com o Boletim Dengue divulgado na tarde desta sexta-feira com dados registrados até a noite anterior, há outros 50 casos suspeitos da doença em investigação. 

Outros casos no Estado

As outras três mortes por dengue confirmadas pela SES nesta sexta foram em Cristal do Sul (mulher, 85 anos), Horizontina (mulher, 70 anos) e Jaboticaba (mulher, 73 anos). Os óbitos ocorreram entre os dias 19 de março e 3 de abril.

No total, o Rio Grande do Sul já tem cinco mortes por dengue em 2022. O primeiro caso, divulgado em março, foi de uma mulher de 76 anos, moradora do município de Chapada, no noroeste.

Em 2020, o RS registrou 11 óbitos pela doença. Segundo a SES, considerando o mesmo período (primeiras 13 semanas do ano), foram três óbitos em 2021 contra os cinco que já tiveram resultado positivo em 2022. Nesse mesmo intervalo do ano passado, haviam sido confirmados 3,9 mil casos contraídos dentro do Estado (autóctones) enquanto esse ano já são 4.952 registros.

A Secretaria orienta que a "prevenção à doença deve ser feita eliminando locais com água parada, onde o mosquito transmissor, o Aedes aegypti, se reproduz".

Infestação em 88% dos municípios

O Estado possui 435 municípios que, conforme a SES, são considerados infestados pelo Aedes aegypti. É o maior número de cidades nessa situação na série histórica do monitoramento, feito desde 2000.

O Aedes aegypti tem em média menos de 1 centímetro de tamanho, é escuro e com riscos brancos nas patas, cabeça e corpo. Para se reproduzir, ele precisa de locais com água parada. Por isso, o cuidado para evitar a sua proliferação busca eliminar esses possíveis criadouros, impedindo o nascimento do mosquito.

Como eliminar o mosquito?

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