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Notícias | Especial Coronavírus Economia

CDL e Sindilojas querem reabertura do comércio em Novo Hamburgo

Entidades não participaram de carreata na manhã desta sexta-feira, mas são favoráveis ao pedido dos manifestantes

Por Susi Mello
Publicado em: 27.03.2020 às 13:19

Entidades hamburguenses, a Câmara de Dirigentes Lojistas e o Sindilojas, não participaram da carreata pela flexibilização do decreto municipal que veta a atividade econômica/comercial na cidade, mas se manifestaram favoráveis à reabertura das lojas.

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No manifesto da CDL, a entidade defende que a reabertura é necessária "para evitar uma crise econômica sem precedentes na região". No documento, a entidade clama "às autoridades municipais e estaduais para que flexibilizem as medidas de isolamento social, possibilitando a reabertura do comércio, industrias e serviços e que façam um esforço para igualmente flexibilizarem o adiamento ou parcelamento de impostos na proporção em que determinado o fechamento dos estabelecimentos, para possibilitar o retorno das empresas às suas atividades".

Ela ainda defende que continuem sendo adotadas as necessárias medidas de segurança e prevenção à saúde, tais como o isolamento dos grupos de risco, intensificação dos hábitos de higiene, etiquetas de distanciamento e comportamento social, limpeza, abertura e ventilação dos ambientes, além da limitação do fluxo de pessoas.

O presidente do Sindilojas, Remi Scheffler, declarou na manhã desta sexta-feira ao Jornal NH, que a entidade é favorável a reabertura gradual, de forma planejada e de uma forma consciente e responsável, dentro das recomendações do Ministério da Saúde. "A proposta é que comerciante atenda sem aglomeração", salienta.

Ele ressalta que pelo decreto municipal a reabertura normal seria dia 6 de abril, já que no domingo (5) completariam duas semanas de fechamento das lojas. "Gostaríamos que fosse cumprida essa data, que não fosse postergada."

Posicionamento da prefeita

A prefeita Fátima Daudt destaca que o decreto está em vigor por 15 dias e o prazo finda no dia 6 de abril. "Estou aguardando um decreto ou medida da Presidência da República liberando a abertura de todas as atividades econômicas conforme pronunciamento veiculado nos meios de comunicação. Até o momento isso não ocorreu. Quando ocorrer terei certeza que o governo federal estará se responsabilizando por tudo que está por vir. Enquanto esta responsabilidade for do município seguirei com o equilíbrio que tem caracterizado esta gestão desde o primeiro dia. Flexibilizando o que for possível com base em evidências e priorizando a vida de todos", diz a prefeita, por meio de nota.

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