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Notícias | Especial Coronavírus Região

Medida emergencial no comércio pode fechar lojas em Novo Hamburgo e Campo Bom

A diretoria do Sindilojas e a presidente do sindicato dos comerciários abordam a possibilidade de estabelecimentos varejistas fecharem já na sexta-feira

Por Susi Mello
Publicado em: 19.03.2020 às 18:35 Última atualização: 19.03.2020 às 18:39

Lojas podem fechar em Novo Hamburgo Foto: Inezio Machado/GES
Lojas de Novo Hamburgo e Campo Bom poderão estar fechadas já a partir de sexta-feira (20). É que o Sindicato dos Lojistas de Novo Hamburgo (Sindilojas) com o Sindicato dos Empregados do Comerciários, que abrange os dois municípios, adotaram uma medida emergencial que antecipa férias coletivas e individuais e banco de horas, visando manter o esforço de manter o maior número de comerciários em casas.


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Tanto a diretora executiva do Sindilojas, Carla Feller, como a presidente do sindicato dos comerciários, Maria Cristine Mendes, abordam a possibilidade de estabelecimentos varejistas fecharem na sexta-feira, embora a medida dá um prazo para que os lojistas se organizem a partir de segunda-feira.


Na prática, o sindicato dos comerciários fará um adendo ao acordo coletivo prevendo a utilização de banco horas por um ano bem como a liberação do aviso de férias antecipado, tanto para as coletivas e individuais. O adendo, explica a presidente, será protocolado no Ministério do Trabalho na próxima semana. "Estamos pedindo que os lojistas que optarem pelas férias coletivas ou individuais e pelo banco de horas que enviem para o email comerciariosnh@terra.com.br o nome do funcionário, CPF e o período. É uma forma de comprovar a medida aplicada entre o trabalhador e o empregador", acrescenta, destacando que alguns estabelecimentos já estão encaminhando a documentação de forma antecipada.

"Estamos pedindo encarecidamente para que os lojistas colaborem para segurar as estatísticas do crescimento da doença. A gente pede que façam isso, para não perder comerciários e comerciantes", acrescenta a presidente do sindicato dos comerciários. "Estamos vivendo uma situação nova e atípica. A gente está tentando chegar em um consenso para que seja o menos traumático para ambas as partes", sublinha Carla Feller, do Sindilojas, que fechará a sede a partir de segunda-feira.

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