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Viver com Saúde

Exercícios na gravidez: o que pode e não pode?

Atividade física não deve ser deixada de lado durante a gestação, mas há restrições para garantir a saúde da mãe e do bebê
29/04/2019 03:00 02/05/2019 15:04

Foto por: Fotolia
Descrição da foto: Exercício na gravidez
Atividade física é fundamental para a saúde até na gravidez, período em que o corpo da mulher exige cuidados extras, como evitar excesso de peso, fortes impactos e quedas. Exercícios com grande influência no metabolismo da gestante podem ser negativos ao feto, alerta o educador físico Davi Almeida.

Além de ajudar a evitar a flacidez e o sobrepeso, previne problemas de saúde como aumento excessivo do peso, diabete e hipertensão gestacional, alterações de humor e ansiedade relacionadas a alterações hormonais, inchaço nas pernas, problemas nas articulações, principalmente no joelho e coluna lombar, já que na gravidez ocorre o deslocamento do centro de gravidade e o aumento do peso. "Recentemente pesquisas publicadas apontam benefícios para o feto, como redução de fator de risco para desenvolvimento de doenças e síndromes", cita.

Exercícios indicados

Foto por: Divulgação
Descrição da foto: Davi Almeida, educador físico
O profissional explica que, de maneira geral, para as mulheres já condicionadas são indicadas atividades de baixo impacto e risco de queda, dentro das atividades habituais que essas gestantes já previamente praticam, devido à facilidade de controlar o volume e a intensidade de treino. No caso de mulheres sedentárias, as sugestões são hidroginástica, ioga, pilates, aulas de alongamento e treinamento com personal trainer habilitado.

Almeida confirma, ainda, que existe diferença entre as opções de exercício para as gestantes que já praticavam exercícios e as sedentárias. "As possibilidades de atividade física, tanto quanto o seu limite para treinar e, consequentemente, seus benefícios na saúde e estéticos, estão diretamente relacionados com a condição física da mulher antes dela engravidar".

E a barriga, tem como ser trabalhada?

O fortalecimento da parede abdominal é o que ajuda a evitar a diástase, que é afastamento das paredes do músculo do abdômen e do tecido conjuntivo que as une, e que está entre as principais queixas das mães. Segundo o educador, quando a barriga da mulher começa a crescer, há um processo natural de relaxamento e alongamento dessa musculatura, que começa a perder tônus - nessa fase, afirma, são totalmente desaconselhados os exercícios abdominais tradicionais e também os exercícios de prancha, já que, de acordo com estudos, eles podem aumentar o risco de desenvolver diástase.

Para trabalhar o abdome, "os exercícios recomendados não são nada convencionais, são feitos na posição sentada ou em pé com contrações abdominais estimuladas por consciência corporal, com movimentos de encolher a barriga coordenados com a respiração, pois a grávida, de maneira nenhuma, pode prender a respiração. E também com movimentos de rotação da coluna que, se feitos da maneira incorreta, oferecem risco para esta parte do corpo", sugere.

O profissional reforça que as gestantes, de forma nenhuma, devem fazer exercícios abdominais sem auxílio profissional.

Quando parar e recomeçar

Uma gestante saudável pode seguir se exercitando até a última semana de gestação, mas é importante obedecer a recomendação médica. E vale lembrar que a falta de disposição devido ao tamanho da barriga pode impossibilitar algumas atividades. "A opinião médica é determinante até para o início da atividade física, sendo vedado a qualquer profissional prescrever atividade de qualquer tipo à grávida sem a autorização médica devida" afirma o educador.

Após o parto, o período para poder voltar a praticar exercícios geralmente varia entre 60 e 90 dias. "Porém a consulta com o médico após o parto que é determinante, pois nela o profissional irá avaliar a recuperação e cicatrização. Com base nessa avaliação ele determina o período, podendo até antecipar o prazo padrão", ressalta.

Jornal de Gramado
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