Olá leitor, tudo bem?

Use os ícones abaixo para compartilhar o conteúdo.
Todo o nosso material editorial (textos, fotos, vídeos e artes) estão protegido pela legislação brasileira sobre direitos autorais. Não é legal reproduzir o conteúdo em qualquer meio de comunicação, impresso ou eletrônico.
VOLTAR
FECHAR

Rua Emílio Leobet, 1559, sala 21 - Bairro Avenida Central - Gramado/RS - CEP: 95670-000
Fones: (54) 3286.1666 - Fax: (54) 3286.4015

PUBLICIDADE
Viver com Saúde

Caroços indolores, febre e suor noturno estão entre os sintomas do linfoma

Médico ainda chama a atenção para emagrecimento sem causa aparente, dores pelo corpo e cansaço
08/04/2019 03:00 12/04/2019 15:07

Foto por: Freepik/Divulgação
Descrição da foto: Linfoma o câncer que atinge o sistema linfático
O linfoma é um câncer que atinge o sistema linfático, um dos responsáveis por proteger nosso organismo das infecções e das doenças, afetando os linfócitos (células encarregadas desta proteção, também chamadas de ínguas) e, consequentemente, desenvolvendo-se nas ínguas encontradas na axila, virilha, pescoço, estômago, intestino e pele, segundo o médico hematologista, hemoterapeuta e especialista em medicina interna Natalício Kern Filho. "A formação de caroços indolores e de rápido crescimento e inchaço pode causar sintomas como coceiras pelo corpo, febre, tosse, emagrecimento sem causa aparente, sudorese noturna, dores pelo corpo e cansaço", elucida.

Na maioria dos casos, a causa da doença é desconhecida. "Qualquer pessoa pode desenvolvê-la, tendo maiores riscos quem tem histórico familiar da doença, que passaram por um transplante de órgãos, que foram infectadas por vírus, como HIV, Epstein-Barr, ou HTLV-1, ou que tem uma doença autoimune", explica.

Tipos

Dr. Natalício Kern Filho Existem dois tipos principais de linfoma, com comportamento e grau de agressividade diferentes: o Linfoma Hodgkin, que é pouco frequente e que possui mais chances de cura, e o Linfoma Não Hodgkin, com mais de 50 tipos diferentes que podem ser mais graves ou mais difíceis de tratar. "A diferença entre os dois principais está, basicamente, nas características das células malignas, que podem ser analisadas após a biópsia do tecido afetado", comenta o médico.

A fim de confirmar a suspeita de câncer, Kern Filho ressalta que o médico deve pedir um exame que envolve a biópsia da área comprometida. "A análise do linfonodo consegue determinar a presença da doença, que, se for descoberta, será tratada com quimioterapia, em alguns casos completada com a radioterapia", diz.


  • Linfoma
    Foto: Freepik/Divulgação
  • Dr. Natalício Kern Filho
    Foto: Ana Paula Pereira Fotografia

Jornal de Gramado
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Capa do dia

FOLHEIE O SEU JORNAL PREFERIDO NA TELA DO SEU COMPUTADOR.

ACESSE ASSINE AGORA
51 3600.3636
CENTRAL DO ASSINANTE

51 3553.2020 / 51 992026770
CENTRAL DE VENDAS DE ASSINATURAS