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Pesquisa

Proteína liberada por exercícios melhora memória em animais com Alzheimer

Descoberta foi feita por pesquisadores brasileiros e publicada na revista Nature Medicine
08/01/2019 10:19

Foto por: Free images
Descrição da foto: Alzheimer causa a morte de células cerebrais
A suspeita de que fazer atividade física pode proteger o cérebro contra Alzheimer acaba de ganhar um reforço científico de peso. Um trabalho liderado por pesquisadores brasileiros revelou que uma proteína liberada após a realização de exercícios atua no cérebro protegendo os neurônios e facilitando a comunicação entre eles, o que acaba por favorecer a memória, normalmente a primeira coisa afetada pela doença.

Os resultados, publicados nesta segunda-feira (7) na revista Nature Medicine, foram obtidos somente em camundongos, mas abrem uma porta para uma nova linha de investigação para terapias em humanos. Os pesquisadores, liderados pelo neurocientista Sergio Ferreira, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, descobriram que o hormônio irisina, liberado pelos músculos após a realização da atividade física – e que já era conhecido por atuar em outros órgãos –, chega ao cérebro. Mais, descobriram que o próprio cérebro também produz a substância quando os animais se exercitam.

No estudo, camundongos modificados geneticamente para desenvolverem uma condição semelhante ao Alzheimer foram submetidos a uma hora de natação por dia, ao longo de cinco semanas, ou receberam doses de irisina manipulada em laboratório.

"Os animais com modelo da doença não têm memória, são incapazes de aprender tarefas. Com o tratamento isso volta. Eles ficavam indistinguíveis dos animais normais. Observamos em 100% deles que a irisina, além de ser boa para a memória, evita a degeneração nos neurônios dos camundongos - tem um efeito neuroprotetor e fortalece as sinapses. Ou seja, permite que o cérebro funcione", disse Ferreira, ao jornal O Estado de S. Paulo.

Em outra etapa da pesquisa, o grupo, que teve colaboração de cientistas americanos e canadenses, observou uma quantidade reduzida de irisina no cérebro e no liquor de pacientes humanos com Alzheimer, na comparação com pacientes saudáveis. A mesma deficiência foi observada nos camundongos com modelo da doença estudados.

Jornal de Gramado
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