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Saúde pública

Após intervenção, prefeitura cancela festa e estuda novos rumos para o HCC

Dívida atual da casa de saúde de Canela é de em torno de R$13 milhões
14/05/2019 16:05 14/05/2019 16:12

Foto por: Letícia de Lima/GES-ESPECIAL
Descrição da foto: A administração municipal de Canela realizou nesta terça-feira, dia 14, a primeira coletiva de imprensa após intervenção realizada no Hospital de Caridade
A administração municipal de Canela realizou nesta terça-feira, dia 14, a primeira coletiva de imprensa após intervenção realizada no Hospital de Caridade de Canela (HCC) no último dia 23 de abril. Em um diagnóstico ainda preliminar, o interventor e secretário de Saúde do município, Vilmar da Silva Santos, afirma que as dívidas da casa de saúde estão atualmente em torno de R$ 13 milhões. "No último mês (abril), o déficit foi de R$416 mil", detalhou Santos.


Com a histórica dificuldade financeira enfrentada pelo hospital, o prefeito Constantino Orsolin diz que a intervenção foi uma decisão difícil, já que a responsabilidade de gestão administrativa da unidade de saúde, que é privada, agora passa para a prefeitura. “A situação do hospital é gravíssima”, afirmou o chefe do executivo canelense.


O interventor Vilmar e o prefeito Constantino reiteraram que o decreto surgiu de forma administrativa e não política. Neste primeiro momento, segundo os gestores, está sendo feito um levantamento de todos os valores, receitas e procedimentos realizados pelo hospital. “Nossa preocupação não é fazer auditoria, o diagnóstico está sendo feito para apontar as medidas que devem ser implantadas”, explica o secretário Vilmar.


Entre as primeiras medidas tomadas pelo poder executivo ao assumir o HCC foi a readequação do estoque da farmácia que, segundo o interventor, custa cerca de R$100 mil por mês. Outra providência anunciada na coletiva foi o cancelamento da Festa Junina do município, na qual o valor investido pela Secretaria de Turismo de R$192 mil no evento será destinado à casa de saúde. “Nosso compromisso também é pagar em dia os profissionais, claro que ainda não podemos assumir as dívidas que passaram, ainda precisa negociar muita coisa, mas o nosso objetivo é manter o serviço e assumir os encargos daqui pra frente”, completou Santos.


A intervenção administrativa é válida por seis meses, podendo ser prorrogada pelo mesmo período, o que, segundo o interventor, deve ocorrer.

Parceria com iniciativa privada está na pauta

Seguindo uma tendência do Município ao trabalhar com as parcerias público-privadas (PPPs), a prefeitura não descarta a possibilidade de firmar uma negociação com a iniciativa privada e tornar o HCC autossustentável. “Ainda é uma ideia muito embrionária, mas não se descarta”, adiantou o interventor Vilmar Santos.

Jornal de Gramado
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