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Cris Manfro

Aumentando a felicidade

"Poucos dão um sentido maior ao que fazem"
08/07/2018 06:00

Cris Manfro é psicóloga clínica, terapeuta de família e casal e mediadora familiar
acmanfro@terra.com.br

Meu marido sempre diz que no meu cérebro tem algum tipo de desregulação emocional que me deixa na maioria das vezes com bom humor e mais feliz do que a média das pessoas. Em parte ele tem razão porque 50% da felicidade têm um fator biológico e hereditário. Toda a família da minha mãe sempre foi mais alegre do que o comum, mas, não foi só por fatores biológicos, em parte foi por causa das atividades intencionais, quer dizer devido aos pensamentos e comportamentos que eles tinham e transmitiram.

Minha mãe tinha uma maneira de pensar a vida de forma positiva, independente das tragédias que poderia estar vivendo. Tinha um comportamento positivo, que de certa forma acabava sendo mais assertivo. Além disso, tinha uma vida engajada. Os psicólogos positivos chamam essa vida engajada de Flow, que quer dizer fluir. Que nada mais é do que você estar totalmente presente, no que faz e no que realiza. Minha mãe era assim, feliz, quando cozinhava uma galinhada para a família. Eu vejo como você sendo o momento e não apenas vivendo o momento.

Outra parte fundamental é ter uma vida com um sentido, um significado. Sabe-se que as pessoas que dão um significado ao que fazem são mais felizes. Ficam mais felizes quando da realização de qualquer coisa. Estou lembrando de uma história que diz que três grupos estavam fazendo uma construção. Foi perguntado ao primeiro grupo o que eles estavam fazendo e o grupo respondeu que estava empilhando tijolos. Perguntado ao segundo grupo, eles responderam que estava empilhando tijolos para serem os melhores da região. Mas somente o terceiro grupo respondeu que estava construindo uma catedral.

Infelizmente a maioria das pessoas só empilha tijolos. Outra parte só está mesmo pensando em ser o melhor, mas sem significado verdadeiro. Poucos dão um sentido maior ao que fazem, o que traz uma vida mais plena e mais bem vivida. Mas, voltando à felicidade, perdemos muito tempo tentado reduzir a infelicidade. No trabalho, no casamento, no cotidiano, quando deveríamos passar mais tempo pensando em aumentar a felicidade. O ideal, dizem os especialistas, é que a média deveria ser 3 emoções positivas para cada uma negativa. Que deveríamos gastar 65% do nosso tempo em atividades feitas com tesão (energia de vida) e por prazer e apenas 25% em coisas chatas que obviamente fazem parte da vida.

Tenho que admitir que meu marido tem razão! Costumo conotar positivamente a maioria das coisas. De forma natural, treinando, com esforço, mas buscando ver o melhor. Se eu refletir em pensamento e emoções positivas, costumo ter umas 9 para cada uma emoção negativa. Gasto o meu tempo fazendo, ou melhor, “sendo” o que mais amo, vivendo o momento e encarando a vida com um sentido maior: o de ajudar você a pensar em como você também pode ser mais feliz.


Jornal de Gramado
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