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Safra

Pinhão é fonte de renda extra durante o inverno

Vendas na RS-115 e na RS-235 seguem até o mês de setembro
12/06/2018 10:14 12/06/2018 10:19

Laura Gallas/GES-Especial
Sementes colhidas na região estão grandes e saudáveis
Desde o dia 15 de abril, as margens das rodovias RS-115 e RS-235 viraram a casa de cerca de 20 vendedores de pinhão de Gramado - que encontram no período do inverno a possibilidade de garantir uma renda extra. Os trabalhadores integram a Associação dos Extrativistas e Comerciantes de Pinhão de Gramado e Canela, que organiza e fiscaliza o comércio nas estradas. Neste ano, a venda dos produtos está permitida até o encerramento do inverno (em setembro).

A maior parte do pinhão exposto nas tendas é colhida nos sítios dos próprios vendedores, que cultivam araucárias em suas residências. Mas também há quem compre os itens e os revenda tanto aos turistas que passam diariamente pelas rodovias, quanto para a própria comunidade que quer aproveitar o pinhão durante os dias mais frios.
No Rio Grande do Sul, a colheira, o transporte e a comercialização do pinhão estão oficialmente liberados pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente.

CHUVA OU SOL
O que chama a atenção de quem passa pela RS-115 ou pela RS-235 é a presença de trabalhadores independente do clima: faça chuva ou faça sol, a maioria está a postos convidando os motoristas a parar e provar uma porção do seu produto. Por questões de segurança, todas as tendas instaladas nas estradas estão próximas a recuos sinalizados – o que evita a parada brusca de veículos nos acostamentos das vias.

Safra boa, movimento fraco

Laura Gallas/GES-Especial
Luiz Fulcher comercializa na RS-235
Os pinhões graúdos e sadios são a esperança de um 2018 melhor em vendas, em relação ao ano passado. A expectativa é do vendedor Luiz Fulcher (foto), de 47 anos, que trabalha na RS-235, próximo à localidade da Curva da Farinha. “A gente teve um 2017 bem ruim, e até agora nesse ano o movimento está fraco. Mas em junho e julho as vendas sempre melhoram”, comenta o morador de Gramado. A renda obtida neste período de inverno é fundamental para as contas de Luiz, pois é nesta época que ele obtém a maior parte de seu sustento anual.

Meta é vender 50 pacotes neste ano

Laura Gallas/GES-Especial
Lauri Castro vende as sementes na RS-115
Apesar de até esta semana as vendas estarem baixas, a previsão do pinhãozeiro Lauri Castro (foto), de 48 anos, é vender em torno de 50 pacotes da semente até o fim da temporada de frio deste ano. “Nos finais de semana tá começando a melhorar. Acho que com o frio os turistas vão acabar comprando mais”, opina o trabalhador, que reside no bairro Jardim. A sua tenda está situada na RS-115, junto ao bairro Três Pinheiros. “Ano passado foi bem ruim, por isso a gente espera que esse ano dê uma melhorada”, afirma.

Saiba mais

Os pacotes de pinhão estão sendo vendidos a uma média de 15 reais (cerca de 2 kg).

Há a opção de comprar pinhão cozido. A caneca custa 10 reais, e o copo sai por 5 reais.

As tendas também estão autorizadas a vender mel natural.

O pote de 1 kg custa 25 reais, enquanto o de meio quilo tem o valor de 15 reais.


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