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Meio Ambiente: temos algo para comemorar na região?

Líderes regionais opinam sobre ações públicas e privadas que devem ser priorizadas
05/06/2018 11:43 05/06/2018 11:49

Ilton Müller/GES-Especial
Cascata Véu de Noivas no bairro Piratini
“Para continuar a respirar, você deve pensar em preservar”. Este consenso motiva lideranças da Região das Hortênsias em seus voluntariados que atuam em benefício da natureza. Nesta terça-feira, dia 5, quando se comemora o Dia do Meio Ambiente, entidades públicas e privadas se encontram para repensar ações que minimizem os danos causados ao espaço em que a sociedade vive.

Na visão do prefeito de Gramado, Fedoca Bertolucci, mais do que ter motivos para comemorar, a cidade tem razões para, todos os dias, seguir lutando por uma preservação dos recursos naturais. “O futuro está comprometido pelas ações deletérias dos homens. Temos a obrigação de corrigir essas deformidades”, assegura. Entre as questões que devam ser priorizadas, Fedoca acredita que é obrigação de todos a permanente vigília ao meio ambiente.

Fundamental: preservação das águas e das matas

Na opinião de Roger Cargnelutti Pinheiro, presidente do Movimento Ambientalista da Região das Hortênsias (MARH), a comemoração do Dia Mundial do Meio Ambiente é fundamental para lembrar “que todos somos parte do ambiente em que vivemos e temos que contribuir – direta ou indiretamente – para que as sociedades caminhem rumo à sustentabilidade e para que a harmonia entre o desenvolvimento socioeconômico e a conservação da natureza deixe de ser mera utopia”.

Para ele, são importantes as atitudes individuais e coletivas, como o consumo consciente no dia a dia e a exigência, pela população, do cumprimento das leis por órgãos governamentais. “Quanto à iniciativa privada, cabe investir em conservação do meio ambiente e assumir uma postura de responsabilidade socioambiental, trabalhando de dentro para fora, com adequação de suas cadeias produtivas”, assegura.

O MARH – e boa parte da população – acredita que a prioridade em Gramado na questão do meio ambiente é o investimento de esforços na preservação das águas e da paisagem natural em áreas públicas e privadas. “É preciso colocar um freio à voracidade da indústria imobiliária, equilibrando os interesses. Temos que pensar mais em desenvolvimento sem crescimento”, assegura.

Necessidade: saneamento básico em Gramado

Na opinião do ambientalista, criador da ONG Gramadoviva e voluntário do MARH, Jair Portulan, nós “temos muito a comemorar”. Ele explica que tem recebido convites de pessoas interessadas em participar em ações humanizadas - ações que enfatizam a conscientização da comunidade. “O ser humano está muito acomodado, esperando que tudo se resolva em um passe de mágica”, comenta.

O saneamento básico deve ser o alvo mais imediato em Gramado, segundo ele. “Nessa questão do meio ambiente é o que mais demora para se obter resultados”. E a solução deste problema na cidade “vai envolver mobilidade urbana e como Gramado tem eventos todo mês, isso causará muito transtorno para moradores e turistas. Mas tem que ter um começo”.

Conceito de trabalho: a sustentabilidade ambiental

A data que celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente tem como propósito não comemorar, mas chamar atenção das comunidades para os problemas ambientais: esta é a opinião da secretária de Meio Ambiente de Gramado, Rosaura Heurich, que lidera os trabalhos do Executivo em todas as esferas que envolvem os recursos naturais. Ela reforça a explicação de que sua Secretaria continua tendo como conceito orientador a sustentabilidade ambiental. “A intenção é que todos venham conhecer mais e refletir sobre as questões ambientais de Gramado e suas soluções. Fazer o cidadão refletir sobre o seu papel na construção de um lugar melhor para si e para as gerações futuras”, reflete.

Rosaura considera fundamental a evolução para este olhar que tem sido dirigida por membros do Executivo, do Legislativo e do Judiciário. “Mas sabemos que ambiente como um todo deve ser priorizado. Para isso, precisamos evoluir na atualização de toda a legislação ambiental de Gramado, focando naquilo que de fato possui um porte/potencial significativo no Município”, comenta. Outra questão que precisa ser priorizada, segundo a secretária, é a identidade paisagística e cultural de Gramado - a partir da preservação do natural e da vegetação da cidade.

*Colaborou Ilton Müller


Jornal de Gramado
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