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Balanço

Festimalha encerra atingindo apenas metade da meta estipulada

Conforme organização, visitação e vendas ficaram abaixo da expectativa devido às paralisações e falta de combustível
03/06/2018 16:55 03/06/2018 16:56

Laura Gallas/GES-Especial
Movimento na Festimalha 2018 foi fraco se comparado com as edições anteriores; greve prejudicou número maior de visitantes no feriadão de Corpus Christi

A 29ª edição do Festimalha em Nova Petrópolis encerrou neste domingo, após 27 dias de evento. Segundo avaliação prévia dos malheiros e da organização, as paralisações dos últimos dias e a falta de combustível afetaram a visitação do evento que é conhecido como a maior feira de malha tricot do Sul do Brasil.

De acordo com José Paulo Boelter, presidente da Associação Comercial e Industrial de Nova Petrópolis (ACINP), promotora da feira, a edição foi pensada e organizada para atender os clientes com muito carinho. Um dos objetivos deste ano era o de receber mais de 100 mil pessoas, porém, segundo o presidente, essa expectativa não foi atingida. "Fomos vítimas dessa paralisação e, infelizmente, em termos de público e vendas alcançamos apenas 50% com relação ao ano passado", revela o empresário.

Mesmo com este cenário destacado por Boelter, ele reforça que o evento foi belíssimo, os visitantes que fizeram esforço para ir ao Festimalha tinham o intuito de comprar, assim como as excursões que a feira recebeu. "Então consideramos que foi um movimento produtivo para o período, apesar dos acontecimentos", avalia. No ano em que o Festimalha completa 30 anos, o presidente da ACINP adianta que a feira de 2019 já está sendo formatada. "Teremos algumas novidades certamente", finaliza.

Produção apenas para a feira

Diferente da maioria dos malheiros que expõem no Festimalha e possuem loja na cidade, a fabricante da Ali’s Tricot apostou desde o ano passado focar na confecção infantil para o dia a dia. "Como tinha apenas sete lojas com peças infantis esse ano, conseguimos vender parelho com relação a 2017. Os últimos dias de movimento foram bons", comenta Tatiane Fucks, 25 anos, que é nora da proprietária. Há mais de 10 anos como expositores do Festimalha, o trabalho da Ali’s é manual e, dessa forma, toda a produção do ano é especialmente para vender no evento. "Precisamos nos renovar sempre, porque caso o contrário as vendas ficam mais difíceis", frisa Tatiane. A vendedora Marilei Cruz, 41 anos, aponta que o movimento de excursões foi satisfatório.


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