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A vida em nossa volta

Autismo: um grupo especial para uma causa de amor

Região têm associação de apoio a autistas e familiares
06/04/2018 10:14 06/04/2018 10:15

Laura Gallas/GES-Especial
Ama foi fundada por pais e amigos de crianças autistas de Gramado e Canela
Professores e pais de crianças com o Transtorno do Espectro Autista (TEA) se mobilizaram e criaram recentemente a Associação dos Pais e Amigos do Autista da Região das Hortênsias - Ama. Um dos objetivos da entidade é disseminar informações sobre a síndrome que atinge cerca de 2 milhões de brasileiros. Na segunda-feira, dia 2, a Ama liderou um ato que lembrou a causa por ocorrência do Dia Mundial da Conscientização do Autismo e, também, frisou questões importantes que devem ser discutidas na sociedade.
Atualmente, a Associação conta com nove membros na diretoria que estão mobilizados para instituir a entidade de forma legal, e também contam com o apoio da Secretaria de Educação Esporte e Lazer de Canela.

A diretora-presidente, Angela Perotto, destaca que uma das metas principais da Ama é a construção de um centro de atendimento, tanto para as crianças como para os jovens com TEA. “Eles necessitam de atendimentos diferenciados, não sabemos a causa, mas sabemos que eles estão ai e possuem direitos iguais”, destaca a professora que atua há 30 anos em Canela. Além dessa preocupação, a entidade trabalha na questão da inclusão, na divulgação de informações em relação à síndrome, e também promoverá cursos e palestras para a comunidade e pais de crianças autistas.

Grupo de apoio para troca de experiências

Laura Gallas/GES-Especial
Cledson e Karla são os pais de Arthur
Karla Fecker e Cledson Machalowski, pais do Arthur, acreditam na importância de um grupo de apoio. “Ajudar outros pais e orientar essas pessoas, porque logo na descoberta é difícil e o mais precoce que souber do diagnóstico, mais chances se tem de tratamento”, ressalta Karla que buscou o diagnóstico do filho em Porto Alegre. “São coisas simples, trocar experiências, vamos apoiar e aprender ao mesmo tempo”, frisa Cledson.

Diagnóstico precoce

Laura Gallas/GES-Especial
Professora Fabiana, Larissa e Jossiane
A Organização Mundial da Saúde (OMS) calcula que o autismo afeta uma em cada 160 crianças no mundo. Segundo o grupo de pais envolvido na Ama, a síndrome é diagnosticada de forma comportamental e, a maioria dos diagnósticos foram encontrados fora da região, com profissionais especializados na causa. “Nenhum autista é igual ao outro”, destaca a terapeuta ocupacional, Janine Hrabal. Entre Gramado e Canela, são cerca de 60 crianças diagnosticadas com autismo de conhecimento da Ama. Jossiane, mãe da Larissa, contou com a sensibilidade da professora Fabiana Papini.

Saiba mais

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), os autistas possuem condições caracterizadas por algum grau de alteração do comportamento social, comunicação e linguagem, e por um repertório restrito, estereotipado e repetitivo de interesses e atividades. O Transtorno do Espectro Autista pode ser detectado na infância e tende a persistir na adolescência e na idade adulta. Na maioria dos casos eles se manifestam nos primeiros 5 anos de vida. Segundo o órgão, o nível intelectual varia muito de um caso para outro, variando de profunda deterioração a casos com altas habilidades cognitivas.


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