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Entrou para ficar

Iago ganha espaço na lateral do Inter

Jogador de 20 anos aproveita lesão de Uendel e se firma entre os titulares
02/03/2018 20:03 02/03/2018 20:04

Ricardo Duarte/Inter
Iago (à esquerda) marcou o primeiro gol colorado sobre o Cianorte
A vitória de 2 a 0 sobre o Cianorte, na noite de quinta-feira, pelo jogo de ida da terceira fase da Copa do Brasil, passou pelos pés do lateral-esquedo Iago. O jovem marcou o primeiro gol e deu o passe para Edenilson marcar o segundo. As boas atuações já o credenciam para seguir entre os titulares de Odair Hellmann mesmo com o retorno de Uendel.

“Quando a gente está em um grande clube que nem o Inter, tem que estar sempre preparado, pois sempre haverá uma oportunidade. O Odair nos alertou sobre isso no início da temporada”, disse Iago, em entrevista coletiva nesta sexta-feira. Ele deve estar entre os 11 que entrarão em campo contra o Cruzeiro, na próxima quarta, pelo Gauchão.

ENTREVISTA - Marcelo Medeiros, presidente do Inter

“O Inter era minha segunda casa”

Ianker Zimmer/GES-Especial
Marcos Couto entrevistou Marcelo Medeiros
Em entrevista exclusiva ao radialista Marcos Couto, nesta sexta-feira, o presidente do Inter, Marcelo Medeiros, falou à Rádio ABC. No Beira-Rio, ele detalhou a relação de sua família com o clube e a importância da continuidade do trabalho para se chegar aos títulos. Medeiros ainda presenteou a Rádio ABC com uma camisa do clube com o número 70, numa alusão ao aniversário do veículo do Grupo Sinos, no mês de fevereiro. Confira os principais trechos da entrevista:

Família de dirigentes
“Meu avô (Afonso Paulo Feijó) começou a colaborar com o clube no início da década de 40. Foi presidente em 45 com aquele time que ficou histórico, o Rolo Compressor, e abriu as portas pro meu pai (Gilberto Medeiros) e meu tio (Marcelo Feijó) também darem sua colaboração. No início dos anos 60 começaram a ajudar o clube no departamento jurídico, depois foram para o futebol.”

Colorado desde criança
“Comecei a frequentar o ambiente mais íntimo do clube pelas mãos do meu avô. Naquela época, meu pai e meu tio eram dirigentes, o clube estava em mudança dos Eucaliptos pro Beira-Rio. Comecei a conviver com meu avô. Era uma coisa natural, frequentar treinamento, vestiário, não tinha o mesmo regramento. O Inter era minha segunda casa.”

A força do Gre-Nal
“O Gre-Nal é um grande patrimônio, uma rivalidade que talvez seja a maior da América Latina, uma das mais importantes do mundo. Temos que saber explorar isso dentro de campo e essa rivalidade tem que ficar restrita ao campo de jogo. Juntos, poder construir uma sociedade melhor.”

Trabalho de continuidade
“Acredito muito em continuidade. Dificilmente se monta uma equipe em janeiro para ser campeão em dezembro. Nos melhores momentos da história do Inter, o time que foi campeão Brasileiro em 75, aquele processo começou em 71, 72. Mesma coisa em 2006, aquele processo que nos levou ao título mundial começou em 2003.”


Jornal de Gramado
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