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Malhação em família

Sling Dance une mães e bebês na volta aos exercícios depois do parto

Aulas de 30 minutos ajudam na perda de calorias e também a reforçar o vínculo emocional com os pequenos
22/01/2018 10:24 22/01/2018 10:42

Susi Mello/GES-Especial
Alegria: participantes contam que a atividade é segura, eleva a autoestima e ajuda a manter a saúde
O ritmo da música À Vontade, que Ivete Sangalo gravou com Wesley Safadão, dá o tom para a aula. Serão 30 minutos de dança. Em frente a um enorme espelho, três mamães com seus bebês ficam lado a lado. Os pequenos olham para as luzes coloridas que tomam conta do espaço da academia Line Fitness, no bairro Jardim Mauá, em Novo Hamburgo. É ali que ocorrem as aulas de sling dance, uma modalidade que beneficia muito as mulheres pós-parto, que querem voltar às atividades físicas, sem deixar de lado a presença do bebê. Afinal de contas, a família vive uma nova rotina com a chegada da criança.

Vínculo e afetividade

Diversos profissionais se colocaram como “criadores” da modalidade, que existe há mais de cinco anos e vem evoluindo constantemente. Os irmãos Giehl, o professor de zumba e agora de sling dance, Natanael, e a educadora física Danielle, explicam que de modo geral o sling dance surgiu com o intuito de proporcionar um pós puerpério mais feliz e ativo para as mamães e demais pessoas que possuem vínculo afetivo emocional com estes bebês.

Por isso, o sling dance também pode ser praticado por pais. “Como a mãe tem um contato mais intenso com o bebê desde o nascimento, devido a fatores como a amamentação, a realização da aula na companhia do pai torna-se relevante para fortalecer o contato entre o mesmo e o bebê”, explica a educadora física.

Descobrindo a dança moderada

Antes de iniciar a primeira aula, os professores realizam uma breve conversa. O intuito é conhecer melhor o bebê e seu responsável. No caso das mães, é muito importante que a mesma já tenha sido liberada pelo seu obstetra para retomar as atividades, o que ocorre normalmente entre 30 e 45 dias após o parto. Na grade atual da academia, a aula ocorre todas as terças-feiras à tarde com duração de 30 minutos. A aula inicia com exercícios de aquecimento articular em forma de dança bem moderada, passa para o foco principal que são as coreografias especiais para este público e finaliza com uma sessão de alongamento.

Benefícios para os dois lados

A modalidade proporciona inúmeros benefícios para o bebê, entre eles: melhora dos sintomas da cólica, melhora do sono, interação com outras pessoas (adultos e bebês), interação com diversos estímulos diferentes, entre eles: luzes, sons e movimentos. E o mais importante deles: com a troca de carinho, ocorre a melhora no vínculo afetivo e emocional, sendo ele com a mãe, pai, ou outra pessoa próxima do bebê.

Assim como para o bebê, para os adultos também existe esta gratificante troca de carinho e de estreitamento dos laços afetivos. Além de ser uma aula muito divertida, a mesma proporciona um gasto calórico considerável através do exercício aeróbico da dança. Com a prática regular ocorre a melhora da coordenação motora, da auto estima e também da resistência cardiovascular e muscular.

Cangurus e slings seguram os bebês

Existem diversos modelos disponíveis no mercado. No entanto, Danielle ressalta que os pais devem escolher o modelo que mais os agrada nos quesitos conforto e segurança. Dependendo da marca/modelo, tanto o Sling quanto o canguru podem ser usados a partir do primeiro mês do bebê e acompanhá-lo ao longo do primeiro ano de vida (ou mais).

A posição do bebê em um dos carregadores, presos ao corpo inicialmente é de frente para o seu acompanhante. Posteriormente, com seu crescimento e estabilização da cervical, pode-se optar pela posição de costas para o seu acompanhante, desta forma ele também já pode se ver no espelho. Com o apoio, braços e mãos ficam livres para os movimentos do corpo.

Autoestima nas alturas

A educadora física Sabrina Brochier Ribas, 35 anos, participou de uma aula experimental. Segurando Vicente Brochier Ribas, de três meses, com o sling preso junto ao corpo, os dois deram seus primeiros passos. Ele ficou quietinho em seu colo com o rostinho virado de frente para a mamãe. “Na verdade a autoestima é importante em qualquer parte da vida, mas principalmente nesta fase pós parto, onde as mulheres ganham peso”, comenta a mãe.

Diversão para ambos os lados

Danielle Giehl, 28 anos, teve a ideia de desenvolver a aula juntamente com seu irmão Natanael, que não deixa os participantes parados na sala da academia. As aulas ocorrem há três meses. Os 30 minutos são divertidos para ambos os lados. Quem está super acostumado com o ritmo dela é o seu filho, Pierre Giehl Renz, de sete meses. Ele balança as pernas e os braços. Os olhos brilham diantes das luzes coloridas.

Gasto de calorias na aula

Eduarda França tem 11 meses e já está acostumada com o sling dance. Sua mãe, a biomédica Juliana França, 28 anos, diz que a aula é uma fase de interação entre mãe e filha e com outras pessoas. “Ela curte bastante, ela dança bastante”, relata a mãe que elogia a prática de exercícios físicos para gasto de calorias.


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