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Um ano depois

PF não encontra sabotagem em avião que matou Teori Zavascki

Perícia não detectou resquícios de explosivos, produtos químicos ou sinais de incêndio na aeronave
06/01/2018 17:04 06/01/2018 17:04

Agência Brasil
Teori Zavascki era relatou da Lava Jato no Supremo
A Polícia Federal descartou a hipótese de sabotagem na aeronave que se acidentou em 19 de janeiro de 2017 e matou o juiz do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki. A informação referente à investigação do órgão federal foi divulgada neste sábado (6) pelo jornal Folha de S. Paulo. Além dele, outras quatro pessoas morreram no acidente que ocorreu no mar próximo da pisa de pouso de Paraty, Rio de Janeiro.

Segundo divulgou a Folha, a perícia que investigou a sabotagem foi feita pelo Grupo de Bombas e Explosivos da Polícia Federal do Rio de Janeiro e não detectou sinais de explosivos, produtos químicos ou de que tenha ocorrido um incêndio interno no avião. Peritos procuraram indícios de deformações na fuselagem que indicassem alguma explosão interna, mas nada foi encontrado.

GES
Ministro do STF Teori Zavascki morreu após queda de biomotor no mar de Paraty, no Rio de Janeiro

Acidente

O acidente que matou Teori ocorreu após o avião turboélice King Air em que viajava de férias, pertencente ao empresário e passageiro Carlos Alberto Fernandes Filgueiras, 69 anos, cair no mar de Paraty (RJ). Além deles, morreram o piloto Osmar Rodrigues, 56, a massoterapeuta Maíra Panas, 23, e sua mãe, Maria Hilda Panas Helatczuk, 55.

A morte do ministro, então relator dos casos da Lava Jato sobre políticos com foro privilegiado no STF, gerou uma série de teorias conspiratórias e dúvidas entre familiares. As investigações têm sido apuradas em caráter sigiloso pelo Cenipa, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes da Aeronáutica, em Brasília, e pelo inquérito tocado pela PF e Ministério Público Federal em Angra dos Reis, Rio de Janeiro.


Jornal de Gramado
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