Chile - O nível de aprovação da presidente do Chile, Michelle Bachelet, se mantém intacto em 84% mesmo após o terremoto que atingiu o país no dia 27 de fevereiro.
A empresa provada Adimark mediu mensalmente através de enquetes a aprovação da presidente desde a chegada dela ao Palácio de la Moneda, em março de 2006. A última havia sido finalizada no dia 24 de fevereiro e terminou com 84% de aprovação. Após a catástrofe, a empresa de consultoria repetiu a pesquisa e obteve o mesmo resultado.
O número foi inferior apenas em uma pergunta específica a respeito do manejo da situação de emergência: 75% de aprovação, considerado, de todas as formas, muito positivo. A enquente de fevereiro contou com 1.104 entrevistados e a de março, 1.129.
O Governo de Bachelet recebeu críticas pela demora em responder à situação criada pelo terremoto. O envio de ajuda às zonas devastadas levou quase quatro dias. As autoridades também foram criticadas por não terem tomado medidas preventivas para evitar os saques e por não alertarem a população sobre o tsunami que seguiu o terremoto.
Apesar do desastre, a ação do governo para manter a ordem, a segurança pública e os serviços básicos foi aprovada por 60% dos chilenos.
Bachelet entregará o cargo quinta-feira para o direitista Sebastián Piñera.