Região - 20/02/2012 08h02
Atualizado em 20/02/2012 08h43

Nossas cidades terão mais gás natural em breve, afirma Sulgás

A terceira etapa da extensão do gasoduto será até Araricá.


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Bruna Kirsch/ Da Redação

Foto: Éder Kurz/GES-Especial
A extensão do gasoduto vem desde Sapucaia do Sul, pela BR-116, até São Leopoldo e Novo Hamburgo
A extensão do gasoduto vem desde Sapucaia do Sul, pela BR-116, até São Leopoldo e Novo Hamburgo

Novo Hamburgo  - Em breve, a região terá mais gás natural. É isto que afirmou o diretor-presidente da Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul (Sulgás), Roberto da Silva Tejadas, ao confirmar a terceira etapa de extensão do gasoduto no Vale do Sinos até Araricá. O diretor informou que o novo canal sairá de Campo Bom, passando por Sapiranga, até chegar ao destino. “Serão mais 17 quilômetros de gasoduto e um investimento de R$ 13 milhões. Esta é mais uma melhoria operacional que estava no horizonte da empresa”, disse. Segundo Tejadas, o projeto de engenharia está pronto e o processo licitatório para execução da obra está em andamento. A previsão é que a obra comece ainda no primeiro semestre de 2012. “Quando o projeto estiver totalmente concluído, faremos a interligação entre os city-gates de Canoas, Cachoeirinha e Araricá, o que aumentará a capacidade da rede de distribuição na região”, explica o diretor técnico-comercial Flávio Soares.

BENEFÍCIOS

De acordo com a Sulgás, o gás natural é apontado como uma fonte menos poluidora e indicada para ser usada por empresas na geração de calor ou como matéria-prima, além de combustível para abastecer a frota de veículos. No uso doméstico, pode ser utilizado em fogões e no sistema de aquecimento.

Etapa de Novo Hamburgo até Campo Bom está concluída

Segundo o diretor-presidente da Sulgás, Roberto Tejadas, a extensão do gasoduto de Novo Hamburgo até Campo Bom está concluída. Desde o início do ano, o município já conta com o gás natural canalizado. A companhia construiu, de junho a novembro de 2011, dez quilômetros de rede em aço para atender, inicialmente, três indústrias da região.

Também está previsto o início de comercialização de GNV em um posto de combustíveis da cidade e, futuramente, o atendimento a clientes comerciais. A maior consumidora é uma multinacional de divisão de embalagens de vidro, que deverá demandar 30 mil metros cúbicos por dia. Outras duas empresas do setor coureiro-calçadista, ambas já atendidas pela Sulgás, também recebem agora o energético via rede canalizada.






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