11 de Janeiro de 2012 - 11h46
Veja quem ganhou brindes do filme Cavalo de Guerra!
Você já teve uma amizade inesquecível com algum animal de estimação? Como foi?
Da Redação
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Novo Hamburgo
- A aventura épica Cavalo de Guerra, da DreamWorks Pictures e do diretor Steven Spielberg é um conto de lealdade, esperança e tenacidade ambientado no arrebatador cenário da Inglaterra rural e Europa durante a Primeira Guerra Mundial. Cavalo de Guerra começa com a admirável amizade entre um cavalo chamado Joey e um jovem chamado Albert, que o domestica e treina. Quando eles são forçados a se separar, o filme acompanha a extraordinária jornada do cavalo à medida que ele traça seu caminho para a guerra, mudando e inspirando a vida de todos que encontra no caminho— a cavalaria britânica, os soldados alemães, um fazendeiro francês e sua neta — antes que a história atinja seu clímax emocional no centro da terra de ninguém.A Primeira Guerra Mundial é vivida através da jornada desse cavalo — uma odisseia de alegria e sofrimento, amizade profunda e altas aventuras. Cavalo de Guerra é uma das grandes histórias de amizade e guerra — um livro de sucesso, foi transformado em um tremendo sucesso internacional no teatro que chegará aos palcos da Broadway no próximo ano. Ele agora chega à telona como uma adaptação épica feita por um dos maiores diretores de toda a história do cinema.
Em exibição somente nos cinemas e Verifique a Classificação Indicativa.
Ganhadores de UM brinde CADA:
Glenio de Vasconcellos Garim
Lilia Munari
Maristela Santana
Maria Tatiana Alves
Gabriela Santos
Malu Otilia Silveira
Ganhadores de DOIS ingressos CADA:
Greici Natalí Wirth
Leandro Brauner
Joana Viganigo Centenaro
Luana Nagel
Victor Lázaro Frietzen Júnior
43 Respostas
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Leandro Brauner
Novo Hamburgo, 10/01/2012 às 20:37
Eu já tive uma amizade incrível por um gato na minha infância. Ele me esperava todo o dia na porta de casa até eu chegar do trabalho e da aula. Adorava muito ele, pois nós dois tínhamos uma grande confiança um com o outro. Confiança difícil até mesmo de ser conquistada entre pessoas. Contava meus segredos e ele me respondia com um miado, como se quisesse me ajudar os problemas. Um grande amigo que perdi há anos e que me faz muita falta até hoje.
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Sinara
Novo Hamburgo, 10/01/2012 às 14:59
Quando criança indo para o mercado com minha mãe, de mãos dadas, percebemos um cãozinho abandonado nos seguindo, magro, abandando seu rabo, parava pra se coçar, mas continuava a nos seguir. Minha mãe e eu logo o levamos para a casa. Foi o início de uma longa e feliz amizade. Desde o primeiro dia em que o Bob colocou as patas em casa, não parou mais de abanar seu rabo de felicidade, e nossa família por mais de 8 anos teve o melhor e mais amável cachorro que alguém pode ter. Bob marcou a minha infância e é impossível não lembrar dele quando vejo um cãozinho na rua.
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Adriano
Novo Hamburgo, 10/01/2012 às 14:54
Não me importo se ela é vira-lata, velhinha, peluda, senta no sofá e late pro nada, se dou banho e ela rola na terra, sempre me persegue pedindo carinho, faz de tudo pra ganhar um simples ossinho, minha cadelinha Dolly 14 anos de convivência e histórias, com certeza essa amizade de anos, nunca jamis irei esqucer, porque nada nem nínguem vai superar minha melhor amiga canina....
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Sinara
Novo Hamburgo, 10/01/2012 às 14:52
Quando criança indo para o mercado com minha mãe, de mãos dadas, percebemos um cãozinho abandonado nos seguindo, magro, abandando seu rabo, parava pra se coçar, mas continuava a nos seguir. Minha mãe e eu logo o levamos para a casa. Foi o início de uma longa e feliz amizade. Desde o primeiro dia em que o Bob colocou as patas em casa, não parou mais de abanar seu rabo de felicidade, e nossa família por mais de 8 anos teve o melhor e mais amável cachorro que alguém pode ter. Bob marcou a minha infância e é impossível não lembrar dele quando vejo um cãozinho na rua.
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Joana Viganigo Centenaro
São Leopoldo, 10/01/2012 às 11:58
Comentario aguardando moderação.
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Lilia Munari
Novo Hamburgo, 10/01/2012 às 11:42
Sim. Morava no interior com meus pais, colonos, claro, e ganhei um pintinho. Surpresa quando cresceu, era uma garnizé, eu espantada achava que era uma galinha anã. Até hoje lembro que onde eu ia lá ia o bicinho também, me seguindo.
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Glenio de Vasconcellos Garim
Novo Hamburgo, 10/01/2012 às 11:40
Claro que sim. Ganhei um cachorrinho pequinêz quando era menino, tinha eu meus 10 anos. Coloquei o nome de Dudu. Meu pai ensinou ele a jogar bola. O bicho danado quando eu pegava a bola pra jogar enlouquecia, ficava conduzindo ela com o focinho. Eu saia de bicicleta e quem estava ao meu lado correndo, o véio Dudu. Era meu verdadeiro companheiro. Saudades e viva a nostalgia.
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JAQUELINE FOCKINK
Campo Bom, 09/01/2012 às 11:16
Eu tinha uma gata grande, pelagem branca e preta, mistura de persa com raça indefinida, a qual me esperava a tarde toda na janela de casa, enquanto dava aulas numa escola. No retorno da escola, quando o ônibus escolar me deixava na porta de casa, ela descia da janela, atravessava a rua e aguardava minha saída na porta do coletivo. Que gata esperta, linda, inteligente. Tenho saudades dela. Ela se chamava "Princesa".
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Bárbara
Novo Hamburgo, 09/01/2012 às 10:35
Bom tive um yorkshire, o nome dele era ZEKA, no começo ele odiava homens não deixa nem um homem entrar em casa apenas eu e minha mae podiamos.Eu saia com ele, converçava com ele,brincava com ele, mas um certo dia ele começou a adoeçer então levei-o no veterinario.Fiquei sabendo que ele tinha uma doençã chamado estres, demos de tudo para ficar bom, fomos em todos os medicos mas não adiantou ele só piorava, eu chorava tanto pois tava perdendo meu cachorro querido,o meu grande amigo, então ele faleceu nunka vou esquecer desse dia. Mas me lembro das coisas boas que passei com ele foi ótimo telo em minha famila. O que me consola é que ele deixou sua filha aqui comigo, e cuido dela como cuidava dele.
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Maristela Santana
Novo Hamburgo, 07/01/2012 às 00:55
Precioso,meu vira-lata que me aturou por 15 anos, ele já tava cego e surdo qdo morreu de velho,meu companheiro diario,meu confidente,meu fiel escudeiro,mesmo não podendo mais reagir a idade ele ainda tentava me fazer feliz,deitava a cabeça na porta e ficava horas me olhando como se eu fosse a criatura mais iluminada do mundo. Não consigo esquecer aqueles olhos marrom e caidos sempre zeloso comigo.Não chorava,nem reclamava,bastava ficar sentada no lado nele,batava só colocar a mão nele e ele sorria com os olhos como se fosse eterno.Não sei como consigo viver sem ele.Foi e é muito doloroso a partida dele.
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Luana Vieira
Novo Hamburgo, 06/01/2012 às 08:25
Não só tive, como ainda tenho uma grande amizade com uma cachorrinha poodle que ganhei quando era criança, na epoca eu estava na praia quando nasceram os filhotes na casa ao lado, meus pais não queriam um cachorro e eu passei quase o verão todo pedindo ela, ate que cederam, hoje ela esta com 14 anos, ja esta cega, com problemas no faro e precisou fazer uma cirurgia para retirada do útero por complicações, mas o amor que tenho por essa cachorrinha faz com que continue muito bem tratada e o que tiver ao meu alcance fazer para que continue com nós eu farei sem dúvida alguma.
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susiane
São Leopoldo, 06/01/2012 às 08:19
Comentario aguardando moderação.
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Luana Nagel
Novo Hamburgo, 05/01/2012 às 22:55
Eu tenho uma amizade, que com certeza será inesquecível, com o meu cachorrinho! Meus pais adotaram ele, quando ele morava com uma família que não queria mais cuidá-lo. No início ele parecia triste, sentia fata dos antigos donos, porém com o passar do tempo, enquanto ele nos conhecia, tudo mudou! O Piti, começou a se mostrar um cãozinho carinhoso e brincalhão. Já fazem cerca de 7 anos que ele está conosco, já não é mais um cão novinho, porém ainda se demonstra o mais companheiro! Tem dias que realmente não estou bem, sento no canto da porta e ele chega com aquele rabo abanando e com as patinhas nas minhas mãos, pedindo carinho...brincar com ele faz com que um sorriso surja no meu rosto, e isso é tão bom! E em tempo de férias, quando saímos e deixamos alguém cuidando dele, é muito perceptível o quanto ele sente saudade, pois quando voltamos pra casa, ele começa a pular, demonstrando sua felicidade com nossa volta! Tudo isso demonstra que existe sim uma amizade muito bonita entre o meu cãozinho e eu, e também com toda minha família! E mesmo que daqui um tempo, nos afastarmos, com certeza jamais esquecerei desse cachorrinho, e essa é a amizade inesquecível!
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Victor Lázaro Frietzen Júnior
Novo Hamburgo, 05/01/2012 às 17:55
Dizem que o cão é o melhor amigo do homem, assertiva que discordo já não é de hoje. Eu consegui comprar o meu primeiro cavalo com 12 anos de idade, foi a égua esperança, uma gateada patas branca sem raça definida. A esperança, por mais absurdo que pareça ficou viciada em bolacha amanteigada. A esperança foi a minha companheira de caminhadas, fins de semana, tombos, chuvas e sóis. Tinha de levantar as 4 horas da manha para deixa-la escovada e de barriga cheia, antes que o dia começasse, mas mesmo assim tê-la foi muito bom. Infelizmente em dado momento, as condições financeiras me obrigaram a vender a esperança. Tenho a certeza de que o melhor amigo do homem, o animal mais companheiro, é o cavalo.
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Malu Otilia Silveira
Sapucaia do Sul, 05/01/2012 às 10:02
Já tive uma grande amizade com meu cachorro Não-digo e quando ele teve que partir fiquei imensamente triste,toda vez que falo deste meu amigo meus olhos se enchem de água e minha voz embarganha e no meu peito transborda de um sentimento de saudade.Este animal que segundo os homens é irracional se lançou na frente de uma moto para meu irmão não ser atingido,ficou muito ferido,mas sobreviveu e ficou mais dois anos conosco quando teve que ser sacrificado.Mas,o seu companherismo e seu olhar terno até hoje me marcam o ponto de não me permitirem escrever sem chorar.
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Caroline
Novo Hamburgo, 04/01/2012 às 19:36
Ela chegou na minha casa de repente, aquela cadelinha, não gostava muito do seu nome Filó, mas a cada dia que eu chegava em casa estava lá a filosinha me esperando, se jogava de barriguinha só para ganhar carinho, latia e me cuidava com um olhar inesquecível, sempre me seguia não importava o que estivesse fazendo o importante era ela estar junto de mim, ali se formou uma amizade inesquecível, hoje ela não etá mais aqui entre nós e só o que me resta é a saudade e as boas lembranças da minha melhor amiga filosinha...
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Thaís Winck
Novo Hamburgo, 04/01/2012 às 16:31
Quando nasci, meus pais ganharam uma cadelinha de aproximadamente 2 anos e ela viveu e conviveu comigo até dezembro de 2011, quando veio a falecer. Foi a amizade mais duradoura que já tive, ela era uma parte de mim, seguir sem ela é seguir sabendo que minha infância ficou lá trás, com ela. Eu tenho 18 anos, e ela morreu com aproximadamente 20. A maior fidelidade e amizade que pode existir, é a de um cachorro.
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DAIANI CRISTINA DA SILVA
Novo Hamburgo, 04/01/2012 às 12:19
TENHO UM VIRA LATA CHAMADO ZANATTA.ELE ESTA COMIGO A 15 ANOS.ELE SEMPRE FOI UM CACHORRO EDUCADO,CARINHOSO.DORMIA DO LADO DA MINHA CAMA NA SUA CAMINHA.NOS DIAS FRIO DE INVERNO ELE JÁ SABE QUE VAI SER COBERTO POR COBERTORES E UMA CAMA QUENTE.SE FIZEMOS UM CARINHO NELE,HAHAHA NÃO TEM COMO PARAR POIS ELE FICA COM A PATINHA TOCANDO A NOSSA MÃO ATE GANHAR O CARINHO DE NOVO.MAS A UM ANO ELE GANHOU UM TUMOR,E ESTA BEM DEBILITADO.GANHA UNS ATAQUES E DESMAIA.É HORRIVEL VER AQUELE SOFRIMENTO DELE.NA MINHA CASA TEM MUITA ESCADA E SE ELE SOBE QUANDO CHEGA LA EM CIMA,PRONTO DESMAIA.TEMOS QUE LEVAR ELE NA CORRENTE BEM DEVAGARINHO PARA FAZER SUAS NESCESSIDADAES.MAS NÃO NOS IMPORTAMOS POIS O AMOR QUE SENTIMOS POR ELE É UNICO.ESTAMOS FAZENDO DE TUDO PARA MELHORARA A SUA VIDA ATÉ A HORA DE ELE PARTIR,MAS QUANDO ISTO ACONTECER VAI SER BEM DIFICIL PRA MIN POIS AMO ELE DEMAIS.
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marcia lutz lopes
Portão, 04/01/2012 às 11:25
Tive uma cadelinha uma vez chamada Bolinha. Era foi doada para várias pessoas e não se adaptava no começo, ela sentia saudades, emagrecia e quase morria, até que acabava se acostumando e ficando. Ela era da raça fox e toda pretinha. Um certo dia alguém perguntou se eu queria ela. Foi amor à primeira vista. Era minha companheira inseparavel e ela ficou comigo durante uns 7 anos. Acabou falecendo por causa de um tumor, mas até hoje sinto falta dela, um animalzinho q só faltava falar...
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Carolina
Novo Hamburgo, 04/01/2012 às 10:24
Já tive amizade com um rato q tentei matar por algumas semanas. Minha ratoeira não era muito boa, ele entrava, comia a isca e saía correndo. As vezes me olhava com a isca na mão e saía como quem diz: "obrigada pelo rango". Até q um dia resolvi mudar a tática e coloquei veneno. Ele comeu e veio morrer do meu lado, me olhou, fez cara de triste e morreu. Fiquei com pena dele. Por alguns dias até parecia de estimação.
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Kelly Bettio
Novo Hamburgo, 04/01/2012 às 09:45
Já tive e continuo tendo essa incrível amizade com minha calopsita. Tudo começou em um dia nublado, quando estava com ela em meu ombro e acabei saindo de casa com ela, ela se assustou e voou para longe, fiquei em estado de choque por não saber o que fazer para que ela voltasse, fiquei o dia inteiro à sua procura, até que resolvi compreender que não voltaria mais, mas quando a vida deseja surpreender, ela sempre consegue, passou algumas horas e ouvi seu canto vindo em minha direção, então corri para ver se era ela e realmente era, mas ela continuava voando, até que cansou e pousou em nosso coqueiro e ali ficou por mais algum tempo, então eu e meu pai subimos no telhado para pegá-la e quando ela ouviu minha voz, começou a descer e até que conseguimos colocá-la em sua gaiola e quando peguei a mesma, ela venho para a grade e começou a me bicar como se estivesse me dando beijos, e a partir daí nossa amizade é tão intensa que sempre que chego em casa, ela canta para mim com toda a alegria que um animalzinho pode oferecer.
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Michele Bondan
Novo Hamburgo, 03/01/2012 às 19:40
A amizade que tive com meu animal de estimação foi única. Minha cadelinha princesa era um amor, querida, carinhosa, atenciosa, não fazia bagunça, era um amor, estava sempre a me esperar com seu rabinho a abanar. Sinto muita falta da minha princesinha, mais sei que Deus esta cuidando dela e esteja onde estiver nunca vou deixar de amá-la, estará sempre em meu coração. Te amo princesinha.
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Maria Tatiana Alves
Estância Velha, 03/01/2012 às 15:46
Faz uns 3 meses que perdi uma linguicinha, sempre foi muito brincalhona, amável uma companheira de todas as horas.....ela estava bem velhinha, quase cega e muito fraquinha, nem caminhava mais. Tínhamos que dar comida a ela na boca e meu pai foi dar um pouquinho e arranhou o seu dedo nos dentes dela, preocupado ele foi consultar. Ela viveu 16 aninhos e nunca mordeu ninguém, a enfermeira disse que se ela morresse em 10 dias, precisavam levar ela e para nossa tristeza em 3 dias ela não resistiu. Queriam cortar a cabecinha dela p/ levar para exames e deixar o corpinho, fiquei desesperada;.imagina enterrar minha amiguinha sem cabeça. Foi de tanto conversar com eles, que levaram ela todinha, pelo menos isso. Graças a Deus ela morreu foi de velhice mesmo. Não tinha nada contagioso, era muito bem cuidada....mas até hoje sinto uma grande tristeza por não poder pelo menos enterrar ela decentemente.
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Lucas Eduardo Hedler
Novo Hamburgo, 03/01/2012 às 14:59
Sim, é a grande amiga da família até hoje.Temos o costume de adotar animais de rua e a Léssie não foi diferente.Ela estava a 2 semanas na frente da delegacia quando minha esposa trouxe-a para casa,como tinhamos muitos gatos não aceitei a cadela e meu vizinho ficou com ela.Mas com o tempo ele deixou de cuida-la e fui pegando um grande carinho por ela.Resumindo;adotei essa cadela e hoje é um de nossos amores junto de mais alguns gatos.
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Daniela Tauana Malheiros
Novo Hamburgo, 03/01/2012 às 14:44
Sim. Intenso e terno.
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Fernanda de Souza Teles
Novo Hamburgo, 03/01/2012 às 14:39
Meu gato siamês Bunny foi um grande companheiro, sempre estava ao meu lado nas horas alegres ou tristes,criei ele desde recém nascido até seus 16 anos.Infelizmente os nossos companheiros morrem, mas para mim, continuam vivas as lembranças boas.
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Martina Meurer
Novo Hamburgo, 03/01/2012 às 14:12
Sim. Minha cadelinha viveu por 12 divertidos anos. Sabia onde podia ir, obedecia a mim e a meus familiares, estava junto tanto nos maus como nos bons momentos. Foi uma amizade que acabou sem eu querer que acabasse, mas que deixou lembranças inesquecíveis e uma saudade enorme.
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fatima rosa
Novo Hamburgo, 03/01/2012 às 13:32
Tenho ainda uma amizade com minha gatinha. Em 2004 fui morar em Fortaleza, e estava vindo embora a noite de um curso de fazia qd me deparei com aquela gatinha miado na minha frente, na hora peguei ela e levei pra casa, dei comida, banho nela.Voltamos embora de lé em 2006 e trouxe ela comigo.Qd engravidei todos me criticavam por ter ficado com ela, e hj meu filho tem 3 anos e ela continua presente em nossa vida...Ela é lindinha, toda preta com as 4 patinhas brancas, parece estar usando um sapatinho.
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Ana Santos
Novo Hamburgo, 03/01/2012 às 11:47
Olá Bom Dia!!! Gostaria muito de ganhar os ingressos,para assistir de perto essa trajetória do homem e seu melhor amigo nesse caso não o cachorro e sim um cavalo!! O que ja impressiona,mas não supera a espectativa pois pelo o que li o filme relata a força de vontade e determinação!!! E isso é indispenspavel!!!!
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Miriã Danieli Makewitz
Novo Hamburgo, 03/01/2012 às 09:30
Sim, e tenho até hoje! e posso afirmar com certeza o cachorro é o melhor amigo do homem....uma femea Maltês o nome da minha "filhota" é Clara, já passamos todos os momentos juntas e sei que ela me intende quando conversamos e tenho certeza que chora comigo quando estou triste, mas na hora de fazer fulia é a 1º a fazer festa....enfim amiga pra todas as horas!!!!
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Mauro Campagnoni Alves
Campo Bom, 03/01/2012 às 09:06
O Thor o pior cão do mundo! Quando eu o adotei olhe para os outros e ele olhou para mim parace coisa de filme. No segundo dia em casa ele roeu me sapato novo que nunca tinha usado. Saia para trabalhar contando as horas para chegar em casa para brincar com ele. Esse cachorro era demais, pois até quando chegava em casa de mau humor e stressado ele me vazia compania e cutucando até que eu brinca-se com ele. Thor era mais que um cachorro era um grande amigo.
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Daiane Vitt
Novo Hamburgo, 03/01/2012 às 07:58
Sim, Já tive uma amizade linda com meu gato Chico! A qual foi interrompida, a alguns dias... Ele faleceu dia 18 de Dezembro de 2011 e viveu comigo nada mais que 16 anos e 3 meses. Ganhei ele da minha mãe no dia das crianças em 1995 quando tinha 10 anos.Me dá um aperto no coração, só em lembrar que não tenho mais o meu Chico... Ele foi maravilhoso. Inclusive morei em SC, durante 3 anos e ele foi comigo morar lá também, e quando voltei no ano passado ele voltou comigo. Agradeço a Deus, pela oportunidade de te-lô comigo durante todos estes anos... Fico feliz pela oportunidade de falar da minha história no Site do Jornal Nh... Um abraço a todos.Daiane
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leticia farias de oliveira
Canoas, 02/01/2012 às 23:55
meu cachorro chamado juízo(um rotweiller) foi um grande amigo de todas as horas. ele foi acometido por um cancer ósseo na perna e os veterinarios sugeriram a amputação do membro pelo adiantamento da doença. éramos tão ligados que quando chegou a noite anterior a cirurgia, ele se deprimiu de tal modo, que compreendi o quanto ele não desejava mais viver daquela maneira mutilado. os proprios medicos ficaram surpresos ao verem o olhar apagado do meu juizo me perguntando se eu havia o medicado. decidimos juntos pela eutanasia, e permitiram que ele partisse nos meus braços. senti que ele estava aliviado e que havia cumprido sua missão com a nobreza de um guerreiro. numca esqueci aquele olhar do meu amigo juizo.
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Greici Natalí Wirth
Nova Hartz, 02/01/2012 às 17:14
Tive uma amizade inesquecível com uma "cocota" na minha infância. Nunca vou esquecer do dia em que ela chegou na nossa casa... Eu tinha 7 anos e ela foi morar conosco pois foi um presente que meus tios receberam pelo nascimento da minha prima. Com um bebê recém nascido, ficava difícil cuidar daquele animal tão pequenino e frágil! Por isso, precisa ser alimentada no biquinho com uma papinha que preparávamos. Assim, aos poucos construímos nossa amizade. Quando vimos, ela já estava grande e inclusive nos chamando! A lembrança mais forte que tenho é de quando ela gritava: Manhêê! Exatamente como eu e meu irmão chamávamos minha mãe! Passado um ano, nossos familiares vieram nos visitar e resolveram levá-la embora. Foi um choradeira só, da família inteira! Mas precisavámos devolvê-la... Naquele mês ainda, tivemos a triste notícia que ela havia morrido... Seus novos donos esqueceram a gaiola na rua à noite e algum animal a matou.
A história foi triste, pois toda famiíla, meus pais eu e meu irmão menor nos apegamos muito aquele animal. Mas hoje vejo que a maior lição e as melhores lembranças foram no sentido de aproximar nossa família. Juntos, brincávamos, ensinávamos ela e a alimentávamos... Ela fez parte de um dos melhores momentos da minha vida e é uma lembrança muito gostosa.
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Gabriela Santos
Novo Hamburgo, 02/01/2012 às 16:10
A minha amizade inesquecível foi com o Bolinha, um cachorrinho, pintadinho de preto e branco que ganhei do meu pai de aniversário quando fiz 7 anos, éramos inseparáveis, mas um vizinho desnaturado deu veneno pra ele. Chorei muito...
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carla margarete rodrigues
Novo Hamburgo, 02/01/2012 às 16:09
Esta semana nosso gato pegou um passarinho. Nós conseguimos tirar dele. Aí vimos que era um filhotinho, e passei o final de semana alimentanto ele. Só comia se colocássemos na boca dele, como as mães passarinhos fazem. Eu estava apaixonada por ele. Não via a hora de poder soltá-lo e tendo a esperança de que ele voltasse. Mas hoje pela manhã ele estava morto. Estou muito triste hoje.
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Marcos Vinícius
Novo Hamburgo, 02/01/2012 às 15:08
Sim... com um porquinho da Índia tricolor de nome Rantáro. Conviveu com a família por 4 anos, sua última temporada foi durante umas férias de verão na praia de Cidreia, quando retornamos para nossa casa em Canoas, ficamos mais uma semana juntos e faleceu. Seu pêlo estava arrepiado e ele estava triste. Nossa amizade era tão grande que ele possuia uma casinha com porta telhado e janelas nos fundos do nosso pátio. Conversávamos emitindo aquele som que eles fazem, quando eu fazia ele respondia e vinha até mim. Meu filho tinha três anos e brincava com o Rantáro. Rantáro andava por dentro de casa, assistia filme enrolado em um cobertor junto com meu filho. Comia pipoca, amendoim durante as seções. Fizemos uma coleirinha com peiteira para poder levá-lo para passear, era atração dos lugares onde íamos, todos adoravam quando deixávamos ele um pouco para trás e ao imitar o seu assobio ele respondia e disparava em nossa direção. Rantára teve três namoradas e com cada uma delas, dois, três e dois filhotinhos respectivamente. Hoje guardamos fotos e recordações do Rantáro, um porquinho da Índia que foi muito especial para nós.
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Franciele Bazanella
Novo Hamburgo, 02/01/2012 às 14:55
Uma amizade de um animal com o ser humano é um sentimento muito sincero...como dois seres tão diferentes conseguem se comunicar e ter um sentimento real de lealdade e amor?! todas as pessoas que tem um animal de estimação sentem um sentimento muito forte por ele e sabem que os bichinhos retribuem todo esse carinho.
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janaina silveira
Novo Hamburgo, 02/01/2012 às 14:18
sim ja tive com a minha pit bull q veio a falecer envenenada pelo vizinho
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cristiane dos santos
Novo Hamburgo, 02/01/2012 às 14:16
Concerteza.Eu ja tive e tenho até hoje com minha cadelinha,ela é muito amável e inspira uma lealdade e um carinho extraordinário,e só quem realmente gosta e ama esses bichinhos sabe como é bom ter a amizade de um,como é gratificante chegar em casa e receber o carinho deles!Esse tipo de amizade é uma das mais puras que existe nesse mundo!
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Samuel
Novo Hamburgo, 02/01/2012 às 14:13
Tive uma amizade inesquecível com a minha cadela Lécy.Ela foi uma amiga muito carinhosa e companheira.A Lécy foi um presente que ganhei do meu pai,e logo após ele falecer a Lécy também partiu.Até hoje não sei se foi mero acaso,ou se ela ficou muito triste e acabou morrendo.Mas e Lécy foi,e sempre será inesquecível!!
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FABIANA LOSS
Novo Hamburgo, 02/01/2012 às 12:21
Não, nunca tive uma amizade inesquecível com animal de estimação, mas gostaria muito de ter.
Hoje seria difícil ter um animal de estimação, pois o trabalho e os afazeres diários impedem este afeto. Pois percebo que, se for p/ ter um animal de estimação devo dar todo amor necessário e cuidá-lo muito bem, não admitindo maus tratos como vimos diariamente em notícias, pois é um ser vivo e merece muito AMOR e CARINHO.
Abraços,
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Jonas Francisco de Medeiros
Novo Hamburgo, 02/01/2012 às 12:06
Sim e posso dizer que a amizade ainda não acabou. Meus pais já tinham uma cocota quando nasci, mas logo eu assumi o lugar de dono dela. Acho que criamos uma amizade inesquecível e incondicional. Acordar e conversar com ela, lhe contar minhas felicidades e tristezas, sentir cócegas enquanto ela caminhava em cima de mim e mais tantas aventuras foram fazendo com virássemos quase irmãos. Dizem que o cachorro é o melhor amigo do homem, mas eu acho que qualquer animal pode ser, basta ser sincero e lhe dar amor. Hoje a Tita não está mais entre nós, mas a minha amizade com ela continua viva, pois quando o sentimento é real, ele nunca morre, ele transcende e dura até o fim!
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