
Campo Bom - "Todos os projetos são muito bons. Alguns deles são tão interessantes que podem ser adotados por outras escolas, pois tudo que é bom merece ser reconhecido."
A afirmação da professora Tatiana Jungthon, 25 anos, da Escola de Educação Infantil Claudy Schaefer, bairro Morada do Sol, define o sentimento geral dos mais de 300 educadores que passaram pelos três dias do 7.º Seminário Municipal de Educação Infantil de Campo Bom.
Realizado nos dias 7, 28 e 31 de agosto no auditório Marlise Saueressig, no complexo do Centro de Educação Integrada (CEI), o evento teve como tema a Educação Infantil e Educação Inclusiva: Rupturas Paradigmáticas do Novo Milênio.
Aprendendo a lidar com as diferenças
Além de palestras com especialistas o evento permitu às escolas conhecerem projetos interessantes desenvolvidos nas demais intituições municipais, fomentando a troca de experiências, ideias e até de dicas sobre ações bem sucedidas.
Um dos pontos altos do seminário foi a apresentação de 25 projetos diferenciados aplicados nas 20 escolas infantis da rede municipal de Campo Bom que demonstraram formas criativas de se trabalhar com as crianças. "Nesses três encontros nossos profissionais de escolas infantis puderam acompanhar as atividades de inclusão que seus colegas estão desenvolvendo com as crianças que portam algum tipo de necessidade especial, seja física ou mental, até problemas sociais e de ecologia", elogiou a titular da Secretaria Municipal de Educação e Cultura, Eliane dos Reis.
PAINEL
Muitos projetos encantaram os participantes, como o grande mosaico produzido antes do encontro pelas escolas participantes do evento que, na forma de uma grande tela de tecido de 10 metros de largura por 4 metros de altura, confeccionaram uma grande colcha de retalhos sendo cada quadrado, uma sinopse do trabalho da escola. Nele, crianças das 20 escolas puderam expressar livremente suas inspirações artísticas.
INCLUSÃO
Outro exemplo foi o trabalho de inclusão realizado na Escola Municipal de Educação Infantil Pastor Waldemar Ramão, bairro Santa Lúcia, com o projeto A Voz das Mãos. A iniciativa proporciona atendimento diferenciado para duas crianças com deficiência auditiva que frequentam a escola desde 2007. Já a escola Estrelinha Azul, apresentou o Mundo das Sensações, com diversas experiências com o tato.
Foto: Prefeitura de Campo Bom/Divulgação
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Andrea
Novo Hamburgo, 02/09/2010 às 11:04
campo bom sempre á frente quando se trata de educação, cultura e saúde!! apesar de não ser nativa, adoro esta cidade!! parabéns.
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Delmar Flesch
Campo Bom, 02/09/2010 às 09:45
esta é a minha cidade. campo bom sempre pensando no futuro. educação o alicerce da criança e do jovem.
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