Presos em flagrante ao furtar em loja no centro de Canela
Rodrigo Narciso de Souza, o “Diguinho”, e César Zanotielli Narciso foram presos pela Brigada Militar, na terça-feira, dia 30, por volta das 5h30mim da manhã, logo depois de praticarem um furto em uma loja de confecções masculinas, no centro de Canela.
De acordo com o Boletim de Ocorrência, o alarme da loja disparou e, ao fazer buscas nas proximidades, a Brigada Militar encontrou “Diguinho”, na rua Serafim Dias, com uma jaqueta de couro e um par de tênis. Os objetos foram reconhecidos pelo proprietário do estabelecimento.
O suspeito foi encaminhado para a Delegacia de Polícia de Canela. Enquanto era lavrado o flagrante, a Brigada Militar recebeu a informação de que César e outro envolvido no furto estavam próximos à DP. Depois de novas buscas, os policiais conseguiram capturar César. O outro rapaz conseguiu fugir, mas também é suspeito de participar do crime.

“Diguinho” estava com as mercadorias furtadas
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César foi capturado perto da DP
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Brigada Militar prende homem que arrombava
Posto de Saúde no centro
A Brigada Militar prendeu sábado, dia 28, por volta das 5h da manhã, Renato da Silva. Depois de receber denúncia anônima, de que um rapaz estaria entrando e saindo por uma janela do Posto de Saúde, localizado na rua Dona Carlinda, no centro de Canela, uma viatura foi até o local e encontrou o rapaz.
Ele foi flagrado enrolando, em uma jaqueta, um aparelho de medir pressão, um carregador de celular, um aparelho telefônico convencional, uma impressora, um estabilizador e um computador. Conforme a BM, no bolso da calça de Silva ainda foi encontrada uma porção de erva similar à maconha.
Canelense morre em acidente de trânsito em SC
O escritor e poeta Germano Albino Junges, 79 anos, que assinava suas obras sob o pseudônimo Germano de Novais, foi vítima de um acidente de trânsito no quilômetro 374, da BR 101, em Içara, Santa Catarina. O fato ocorreu na tarde da última sexta, dia 26.
Segundo familiares, o óbito foi confirmado às 18h36min. Ao sair de uma rótula, o Palio Weekend, de placas CQR 9863, bateu contra o caminhão Volvo, placas IMW 3821, de São Marcos, conduzido por Carlos Dallagnol Furgaz, 44 anos, que não se machucou. Novais foi socorrido, mas morreu a caminho do hospital.
Germano de Novais era filósofo, teólogo, jornalista, psicólogo e doutor em Letras. Foi padre jesuíta por cerca de 20 anos, quando publicou o livro Padres com Família, que o fez deixar o sacerdócio e se casar.
O enterro foi realizado, domingo, dia 28, no Cemitério Ecumênico da ACM.
Ação do Ministério Público e da Polícia acaba com caça-níqueis em Gramado
Na tarde de terça-feira, dia 30, uma ação conjunta entre o Ministério Público, Polícia Civil e Brigada Militar apreendeu 109 máquinas caça-níqueis que estavam sendo utilizadas na cidade. Também foi recolhido o montante de R$ 10.716,15, dinheiro este que estava no interior dos equipamentos e que foi depositado em juízo. Foram vistoriados 27 locais em diversos bairros.
Um dos coordenadores da operação foi o promotor de Justiça de Gramado, Antônio Metzger Képes. Para ele, “é preciso coibir a exploração do jogo de azar que se alastrou em estabelecimentos comerciais, com franco acesso a crianças e adolescentes, além da total ausência de pagamento de impostos ou fiscalização”.
A iniciativa desta ação foi do próprio Ministério Público, que recebeu denúncia anônima de um familiar de pessoa viciada neste tipo de jogo e que teria perdido muitos bens jogando. Trata-se de uma contravenção penal, que vem sendo coibida não só em Gramado, mas em vários outros municípios do Estado e do país.
A ação que apreendeu 109 máquinas e vistoriou 27 estabelecimentos foi uma determinação da Justiça gramadense, que expediu um Mandado de Busca e Apreensão, baseado num levantamento prévio, realizado pelo Ministério Público, de todos os locais onde existiam máquinas caça-níqueis.
A operação teve participação de 20 pessoas, entre policiais civis e militares e representantes do Ministério Público.
As máquinas foram lacradas e deixadas nos próprios locais, sob responsabilidade dos pro-prietários dos estabelecimentos.

Promotor Antônio Képes participou da ação que lacrou máquinas caça-níqueis
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109 máquinas foram lacradas pelos policiais
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Polícia identifica mais um assaltante do Banrisul
Passados pouco mais de dois meses do assalto que abalou a cidade, a Polícia Civil continua investigando intensamente o caso. Nesta semana, policiais da seção de investigação da delegacia gramadense identificaram mais um integrante da quadrilha que atacou o estabelecimento bancário no dia 23 de março, quando houve intensa troca de tiros entre assaltantes e policiais, deixando uma pessoa ferida e um pânico generalizado no centro da cidade.
A Polícia Civil está com um Mandado de Prisão Preventiva desses elemento, que seria o quinto integrante do grupo que agiu na cidade.
Polícia frustra tentativa de seqüestro diante do secretário Rafael Ronsoni
Depois de auxiliar efetivamente nas investigações sobre o assalto ao Banrisul de Gramado, o serviço de inteligência da chefia da Polícia Civil voltou a atuar em benefício da segurança do município. A Delegacia de Polícia de Gramado foi alertada nos últimos dias sobre o planejamento que uma quadrilha da Região Metropolitana tinha em seqüestrar um secretário municipal gramadense.
As informações que vinham da capital diziam que um grupo estava preparado e fundamentado para agir em Gramado e o alvo seria o secretário de obras Rafael Ronsoni. A partir destes dados, a Polícia Civil começou a investigar o caso, e o delegado Ivan Carlos da Mota teve como primeira atitude procurar o secretário, para informar sobre os acontecimentos e montar uma estratégia de ação, deixando os policiais e a própria vítima em alerta constante.
Nos primeiros dias da última semana, uma equipe de policiais do serviço de inteligência começou a monitorar os passos dos integrantes da quadrilha e conferiu de perto todo o planejamento do crime. Porém, no dia anterior ao pré-estabelecido para a execução do seqüestro, os criminosos abortaram o plano.
Segundo o delegado Mota, os bandidos podem ter recebido a informação de que a Polícia estava atuando no caso e desistiram da ação.
“Ainda não caiu a ficha”, diz secretário Ronsoni
“A minha surpresa foi tão grande, que ainda estou perplexo com estas informações. Não consegui analisar os fatos. A ficha ainda não caiu”. Estes foram os comentários dos secretário de Obras de Gramado, Rafael Ronsoni, que na última semana foi alvo de uma tentativa de seqüestro, que não se consumou pelo trabalho da Polícia Civil.
Ronsoni fez questão de ressaltar a atuação dos policiais civis de Gramado e do serviço de inteligência, que conseguiram buscar uma solução antes mesmo do fato ser consumado.
O secretário teve sua rotina modificada por quase uma semana. “Tive minha vida voltada para o trabalho e para minha casa, de segunda-feira, dia 21, até domingo, dia 28”, comentou, lembrando que teve que ter cuidados especiais para facilitar a atuação dos policiais que estavam trabalhando no caso. “Ainda estou tomando certos cuidados no meu cotidiano. Só estarei completamente tranqüilo quando pegarem estes bandidos”, disse ele.
Mesmo sem conseguir analisar friamente o caso, Ronsoni disse que todo cuidado é pouco. “Estamos acostumados a confiar em tudo e em todos, e isto deve mudar”, concluiu.
“Nenhum local pode ser considerado seguro”, diz delegado Mota
Depois do cinematográfico episódio envolvendo o assalto ao Banrisul no mês de março, a segurança da cidade é abalada novamente com a notícia de uma tentativa de seqüestro envolvendo uma liderança política.
A atuação da Polícia Civil neste caso foi preventiva, e assim, foi possível evitar o seqüestro que teria com vítima o secretário de Obras, Rafael Ronsoni.
Este fato alertou os órgãos de segurança da região, uma vez que acontece paralelamente ao seqüestro do pai de um empresário ocorrido no final de semana na Linha Joaneta, na pacataPicada Café.
Segundo o delegado Ivan Carlos da Mota, “nenhum lugar pode ser considerado seguro integralmente”. Esta idéia é fundamentada no fato de que muitas quadrilhas estão mudando suas ações para pequenos centros, onde conhecem a realidade dos órgãos responsáveis pela segurança e têm seus crimes facilitados. “Hoje em dia, as pessoas que vivem nos grandes centros estão se cercando de mecanismos para segurança, e isso inibe a ação dos bandidos”, concluiu o delegado.
A tendência desse tipo de crime de atingir cada vez mais comunidades do interior é concreta. Há poucos dias, uma empresária de Três Coroas foi seqüestrada e depois de um período em poder dos bandidos foi libertada.
No recente caso de Picada Café, os seqüestradores começaram pedindo 500 mil reais para a liberação da vítima, mas depois de algumas negociações chegaram ao montante de 30 mil, segundo informou o delegado. “Eles estão dispostos a qualquer coisa”, comentou Mota.