Max 20 º
Min 6 º
Jornal de Gramado para iPad
Guia Gourmet - Guia gastronomico da região
03 de Fevereiro de 2012 - 16h48

O Tonho da Lua e suas façanhas

Por Daiana Souza

| Enviar por e-mail Enviar por e-mail
COMPARTILHE:

Estou entrando em férias a partir desta sexta-feira, mas antes quero deixar umas linhas aqui neste espaço sobre um dos meus personagens favoritos - depois do Chaves, claro: o Tonho da Lua. Esse rapaz, vivido pelo ator Marcos Frota, ajudou a colorir as cenas da novela Mulheres de Areia (reprisada duas vezes no Vale a Pena Ver de Novo da Globo). O "da Lua" como era carinhosamente chamado por quem gostava dele, deu o toque sensível, puro, meigo e especial a todos os capítulos ao longo da trama.

Da Lua tinha um jeito peculiar de se expressar, de mostrar suas emoções, seus anseios, desejos e aflições. Ele não apenas falava com a boca, mas com os olhos, ouvidos, mãos... justamente por ser diferente. Todo mundo que foi vidrado na novela percebia como estava "o humor" do Tonho da Lua através do seu semblante, das suas expressões corporais e claro, pelas suas esculturas. Ele era artista e conseguia como ninguém deixar a areia fina da praia marcada, tanto pelas suas dores, quanto pelas suas alegrias e conquistas.


O próprio Marcos Frota falou certa vez ao portal R7 sobre o garoto especial que viveu na trama: "Tonho da Lua está guardado no meu coração. É medalha de ouro entre todos os meus personagens na TV. Foi um divisor de águas na minha carreira. Um marco. Ele me fez experimentar outro tipo de relação com o público. Não foi apenas um sucesso. O personagem foi querido, todo mundo estava junto com ele, torcia pelo Tonho".

Acho que o Tonho tinha o poder que muitos não têm (e eu me incluo aí): o de poder extravasar, o de se permitir sentir, deixar a emoção e o coração falarem alto, gritarem se preciso. Seja quando as coisas vão de vento em popa, seja quando o mar não está pra peixe. Foi por isso que o Tonho da Lua foi e é resistível ao tempo, porque ele não deixava nada guardado, ele sabia - mesmo com aquele jeitinho estranho - a hora certa de pedir ajuda e a hora certa de ajudar; e também de farejar quem era bom e quem era mau. Eu tenho inveja branca do Da Lua.

Um feliz e abençoado fevereiro para vocês! Segue uma trechinho do meu querido personagem:

0 Comentários
DE
* Nome
* E-mail
* Comentário
Caracteres restantes: 300
PARA
* Nome
* E-mail

segurança
Digite o código

Não consegue ler a imagem?
Clique nela para gerar outra.


* campos de preenchimento obrigatório.
Email:

Comentário
Caracteres restantes:
Concordo com os termos de uso.
Fechar termo
segurança

Não consegue ler a imagem? Clique nela para gerar outra.
Digite o código ao lado
* todos os campos são obrigatórios.