Estados Unidos - O amor nos afeta como uma droga, é o que sugere estudo feito nos Estados Unidos baseado em sensações de rejeição amorosa descritas por universitários. Conforme a pesquisa feita na Universidade Stony Brook, em Nova York, ao sofrer por amor as pessoas experimentam algo parecido com a sensação que um viciado em cocaína tem quando abandona a droga.
Os quinze voluntários que participaram do estudo, que foi publicado no Journal of Neurophysiolog, disseram que pensavam na pessoa que os rejeitara por mais de 85% do seu tempo. E admitiram que diversas vezes choraram durante horas, imploraram para voltar, telefonaram incessantemente e beberam demais.
Os pesquisadores notaram que, ao ver as fotos dos causadores de sua dor de amor, duas áreas do cérebro apresentaram atividade maior do que o normal entre os voluntários. Uma delas é carregada de dopamina que intermedeia sistemas de recompensa e também se ilumina durante os arroubos do amor romântico (mútuo) inicial. A segunda é uma área associada ao vício e à ânsia por drogas.
A pesquisa mostrou ainda que os sujeitos que foram rejeitados há mais tempo exibiram uma quantidade menor de atividade na parte do cérebro que afeta a ligação entre pessoas. Prova de que o tempo é capaz de curar feridas. Com informações do The Washington Post.