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Entrevista da Terça

Visão de líder: como se diferenciar no turismo regional

Empresária Laura Andreis fala sobre os desafios de inovar e o processo de sucessão empresarial
05/12/2017 10:55 05/12/2017 10:55


CÁSSIO BREZOLLA/DIVULGAÇÃO
Laura Andreis tem em seu currículo a formação hoteleira
Uma vida imersa no turismo de Gramado. É assim que atua Laura Andreis, de 30 anos, que tem em seu currículo a formação hoteleira. Sócia-proprietária do Nonno Mio, em Gramado, a empresária iniciou sua trajetória no segmento ainda em 2002 – chegando, em seguida, à liderança do restaurante. Ela é uma das referências no setor turístico, em especial gastronômico, tornando-se uma das empreendedoras da nova geração de Gramado. Em entrevista ao JG, Laura fala sobre os desafios de inovar, o processo de sucessão em sua empresa e a crise financeira do País que também se instalou na cidade.

As novas gerações estão direcionadas a empreender. Para você, como é inovar em Gramado?
Sim, cada vez mais os jovens querem ser independentes e buscam os seus próprios negócios. Pelo menos comigo foi assim: sempre quis ser independente e seguir o meu próprio caminho. Gramado é um palco, uma vitrine e um dos destinos mais procurados pelos turistas. Para inovar aqui tem que ir além do básico (produto de qualidade, localização e preço). Em Gramado o atendimento às pessoas, o relacionamento e o tratamento ao cliente é o melhor caminho para proporcionar uma experiência diferenciada de turismo.

A crise financeira do País em 2016 e 2017 pouco afetou os restaurantes locais. Como você avalia o atual cenário gastronômico na cidade?
A crise pode afetar um pouco o ticket médio - já que nosso público é 90% turístico, que passou pela crise ou até mesmo está passando na sua cidade - ou até diminuir um pouco o fluxo do número de visitantes. Porém, sempre na crise, é hora de negociar bem as compras. Com isso, o balancete receita/despesas pode até ser bem mais favorável do que em anos sem crise.

Fale sobre sua relação com o Nonno Mio. Desde quando está à frente da empresa?
Comecei a trabalhar no restaurante ainda menina, em 2002. Quando completei 15 anos, comecei a ajudar o meu pai, fazendo a recepção do Nonno Mio. Após formada, em 2006, assumi o setor de compras e depois trabalhei também na parte administrativa. Hoje atuo diretamente na área de recursos humanos, financeiro e atendimento ao cliente.

O que motiva o restaurante a estar inserido em ações solidárias da região?
Crescemos em uma comunidade que tem no DNA a ajuda ao próximo. Somos uma cidade pequena, todos se conhecem e o Nonno Mio sente-se inserido nesse contexto, tentando sempre auxiliar quem mais precisa. Todos os anos o aniversário do restaurante tem a renda revertida 100% à uma entidade beneficente. O projeto Ensina-me a Ser Chef mostra às crianças da rede pública municipal o prazer pela gastronomia e a possibilidade um futuro promissor na rede gastronômica da região. No final, temos uma sensação de dever cumprido, e isso é muito bom.

Quais são as principais diretrizes a serem seguidas em processos de sucessão de empresas, que é o seu caso?
O principal foi cortar o cordão umbilical, seguir o próprio caminho respeitando as tradições e olhando para frente, profissionalizando o processo e inserindo a marca Nonno Mio no futuro.


Jornal de Gramado
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