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Em depoimento à CPI

Temer quase renunciou após vazamento de áudios da JBS, diz deputado aliado

Carlos Marun disse ainda que não viu carta de renúncia, e que se a tivesse visto teria rasgado
13/11/2017 12:09 13/11/2017 12:13

Evaristo Sá/ AFP
Deputado Carlos Marun (PMDB-MS) é um dos principais nomes da tropa de choque de Temer
O deputado Carlos Marun (PMDB-MS), um dos principais nomes da tropa de choque do governo, disse na CPI da JBS que o presidente Michel Temer quase renunciou no dia seguinte às revelações dos diálogos entre o dono da empresa, Joesley Batista, e o presidente gravados tarde da noite do Palácio do Jaburu. A revelação foi feita numa sessão fechada da CPI, da qual Marun é relator, e noticiada pelo jornal Folha de S.Paulo. Ao Globo Marun confirmou a afirmação e contou que naquele dia 18 de maio o clima era muito tenso no Palácio do Planalto. Ele disse que não viu carta de renúncia, e que se a tivesse visto teria rasgado. E que vai tomar providências contra o vazamento de diálogos travados em sessões secretas.

"Eu nunca vi carta nenhuma (de renúncia) e se tivesse visto, teria rasgado. Mas de fato alguns assessores ficaram muito abalados, criou um ambiente muito difícil. Alguns agentes políticos externos passaram a defender a renúncia, foi um momento muito tenso", disse Marun, reafirmando o discurso adotado pelo governo e seus aliados de que a delação da JBS foi uma armação bolada pelo Ministério Público para derrubar o presidente.

"Houve sim uma tentativa de golpe de Estado que só não deu certo pela tenacidade do presidente", afirmou o deputado.

O relator da CPI disse que entrará em contato com a Polícia Legislativa e pedirá a abertura de uma investigação sobre o vazamento de sua fala à sessão secreta da CPI. "Ele quase derrubou o presidente naquele dia 17. O complô era pro dia 18 o presidente renunciar. Quase conseguiu fazer o presidente renunciar. E quem tá lhe falando é quem tava dentro do gabinete", disse Marun na sessão da CPI do dia 18 de outubro, quando a comissão ouviu o depoimento do advogado e delator da JBS, Francisco de Assis e Silva.

"Lamento que tenha havido esse vazamento. Vou pedir providências sobre isso. Isso tem que ser investigado, vou entrar em contato com a polícia legislativa", disse.


Jornal de Gramado
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