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Crise no RS

Polícia Civil entra em greve nesta segunda; delegacias atendem só casos graves

Previsão é que serviço seja normalizado só em 17 de outubro, quando servidores receberem o salário
09/10/2017 06:55 09/10/2017 06:57

Amilton Belmonte/GES-Especial
Greve foi decretada na quinta-feira em assembleia da categoria em frente ao Palácio da Polícia
Escrivães, inspetores e investigadores da Polícia Civil entram em greve a partir desta segunda-feira (9). A paralisação de parte das atividades deve ocorrer até dia 17, quando o governo do Estado prevê integralizar o salário dos servidores. Segundo o presidente da Ugeirm Sindicato, Isaac Ortiz, 30% dos serviços das delegacias serão mantidos. A greve contra o parcelamento foi decretada na quinta-feira em assembleia da categoria em frente ao Palácio da Polícia, em Porto Alegre.

A decisão da greve ocorre devido ao atraso salarial imposto em setembro. “Temos consciência do que teremos pela frente, da decisão do STF que proíbe greve das polícias, mas que também diz que quando há atraso salarial o Judiciário tem que ser o mediador”, disse o presidente da Ugeirm, Isaac Ortiz.

Saiba mais

Segundo Isaac Ortiz, fica garantindo o efetivo legal de 30% nas delegacias e o atendimento a delitos de maior potencial ofensivo como latrocínios, homicídios e ocorrências envolvendo idosos, mulheres e crianças.

Na próxima quarta-feira, os policiais realizarão uma assembleia para avaliar o movimento. As direções da Ugeirm e da Associação dos Delegados de Polícia (Asdep) foram chamadas na semana passada para uma reunião com a cúpula do governo, no Palácio Piratini. O presidente do Ugeirm-Sindicato classificou o diálogo com o governo como “duro”, porém proveitoso. “O resultado final foi positivo e mostrou a capacidade de mobilização da categoria, que conseguiu fazer o governo se mover e se dispor a negociar.” O Palácio Piratini não se manifestou sobre a decisão da categoria.


Jornal de Gramado
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