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Investigação

Registros no celular mostram rota de fuga de suspeitos de latrocínio no Petrópolis

Dois dos três suspeitos do crime fugiram após solicitar uma corrida de Uber
12/10/2017 21:45 12/10/2017 21:46

Reprodução
Dados obtidos no celular de um dois suspeitos reforça a tese da polícia
Em continuidade à investigação do caso envolvendo a morte do empresário José Américo Brandão Ferreira, de 62 anos, a Polícia Civil encontrou mais provas que apontam a autoria do crime para Matheus Luís Alves Arruda, 18, e os irmãos Wellington Jackson Silva da Costa, 19, e Marlon Jackson Silva da Costa, 24.

Após a autorização de quebra do sigilo dos dados dos suspeitos, os agentes da 1ª Delegacia de Polícia Civil de Novo Hamburgo localizaram no celular de Wellington detalhes da corrida de Uber feita próximo do local da casa da vítima até a residência dele. Segundo o delegado Tarcísio Kaltbach, ele e o irmão teriam usado o aplicativo para solicitar uma corrida e fugir do local. Já Matheus teria deixado o bairro a pé. Os três são moradores da Vila Kroeff, no bairro Santo Afonso. “Eles saíram da residência da vítima, se esconderam por um tempo em um matagal e depois saíram para pegar o Uber na Rua Finlândia”, detalha o delegado.

Enquanto o crime ocorreu por volta das 22 horas, os detalhes do aplicativo na conta registrada em nome de Wellington mostram a corrida iniciada às 22h27, na Rua Finlândia, e finalizada às 22h43 na Rua Tapera, onde fica a residência dos irmãos. “É mais uma prova irrefutável da autoria do crime. Além deste detalhe da rota de fuga deles, foi achada uma foto de Wellington com um boné idêntico ao usado no dia do crime, conforme imagem das câmeras de segurança”, acrescenta Tarcísio.

Polícia Civil/Polícia Civil
Wellington Silva da Costa, Marlon Silva da Costa e Matheus Arruda

Agora o desafio para a investigação é localizar a arma usada no crime. Os três, que já estão na carceragem da Penitenciária Estadual do Jacuí - PEJ, em Charqueadas, informaram que só comentarão o caso em juízo. “Estamos em busca do revólver 38 de cano longo usado no latrocínio e também entender o que eles faziam lá na Rua Líbia antes. Na frente da advogada, um deles chegou até a falar que nem arma tinha, mas depois só abaixou a cabeça quando viu as imagens das câmeras de segurança”, informa o inspetor Jorge Luz. O inquérito deve ser finalizado nos próximos dias.

Entenda o caso

O empresário José Américo Brandão Ferreira, de 62 anos, foi morto a tiros quando chegava em casa de carro no bairro Petrópolis, em Novo Hamburgo, por volta das 22 horas do dia 25 de setembro.

Os três suspeitos caminhavam pela Rua Líbia e, por uma fresta do primeiro portão da garagem, de grade, conseguiram entrar, logo atrás do carro da vítima. Dois deles ainda conseguiram se abaixar e passar pelo segundo portão, que descia, praticamente deitando no chão. Na sequência, um deles abriu a passagem para o terceiro.

Imagens das câmeras de segurança mostram que a vítima foi rendida ainda dentro do carro por um dos homens que estava armado com um revólver. Enquanto dois dos jovens empurram José Américo para perto da porta de casa, o outro tenta tirar o carro da garagem, raspando no veículo da esposa dele. Como não conseguem sair com o carro, um deles, que mantinha a vítima sob a mira do revólver, atira contra o empresário e depois foge a pé com os dois comparsas. Brandão, que foi atingido por três disparos, morreu no local.


Jornal de Gramado
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