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Política

Câmara decide hoje impeachment de prefeito de Montenegro

Vereadores votam se mantém ou retiraram do cargo Luiz Américo Alves Aldana (PSB)

PSB/PSB/Divulgação
Prefeito afastado de Montenegro, Luiz Américo Alves Aldana (PSB)
Montenegro vive nesta quarta-feira (13) mais um dia histórico para a política local. A maior cidade do Vale do Caí pode ter seu segundo prefeito retirado do poder em apenas dois anos. Isso porque, a Câmara de Vereadores vota o impeachment do prefeito Luiz Américo Aldana (PSB).

Segundo o relator da Comissão, vereador Cristiano Von Braatz (PMDB), o prefeito agiu errado ao não ter anulado licitação do capeamento asfáltico do bairro Germano Henke; não ter planejado concurso público para contratação de transporte público escolar e abrir mão de contratos emergenciais e também não ter comunicado sua ausência nas férias.

Aldana, que se recupera de cirurgia, não tem presença confirmada na sessão do julgamento. Ainda no final de julho, outro processo de impeachment, desta vez da subseção local da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), foi aberto e aprovado pelos vereadores contra Aldana.

Defesa

Segundo o advogado de Aldana, Vanir de Mattos, houve prejuízos na elaboração de provas. “Queríamos produzir mais acareações e ouvir mais as testemunhas, mas a comissão estava preocupada em empurrar o processo a todo custo”, disse. Caso os vereadores aprovem a cassação, a defesa pretende levar o caso ao Judiciário para questionar a validade do processo que, segundo o advogado, apresenta irregularidades.

Relembre

Aldana assumiu a Prefeitura de Montenegro em maio de 2015, após a cassação do então prefeito Paulo Azeredo (PDT). No ano passado, Aldana foi reeleito para continuar à frente do Executivo. Em agosto deste ano, ele foi afastado do cargo por pelo menos 180 dias por suspeita de fraude em contratos públicos e aditivos de contratos.

De acordo com investigação do Ministério Público, Aldana faz parte de uma organização criminosa que atua principalmente em fraudes de contratos de transporte escolar, terraplanagem e drenagem, revitalização de ruas, obras de capeamento, capina e varrição.

O montante movimentado no esquema chega a R$ 20 milhões. Apenas no que se refere aos contratos de transporte escolar dos anos letivos de 2016 e 2017, foi detectado sobrepreço próximo a R$ 1 milhão.


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