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Educação

Maior escola estadual de Gramado adere à greve

Assim como a Ramos Pacheco, educandário paralisa de forma parcial e por tempo indeterminado

Letícia de Lima/Ges-Especial
Santos Dumont fica na área central de Gramado
Além do educandário do bairro Floresta, Escola Boaventura Ramos Pacheco, que anunciou na semana passada greve parcial, o maior educandário estadual de Gramado, a Escola Santos Dumont, também aderiu ao movimento. Apenas as turmas do 1° ao 5° ano continuam com aulas normalmente e algumas do ensino fundamental, pois três professores optaram em atender normalmente.

“Com isso, o Ensino Fundamental terá uma ou duas tardes de aula na semana”, explica a vice-diretora do turno Andreia Franzen. Nos períodos da manhã e a noite a greve no Santos Dumont é geral e por tempo indeterminado. Na escola David Canabarro, situada no bairro Jardim, apenas um professor optou por paralisar, então os períodos deste educador estão sendo adaptados, não afetando os estudantes.

EM CANELA
As escolas estaduais de Canela Adolfo Seibt, Neusa Mari Pacheco – Ciep e João Corrêa reuniram seus professores na noite de ontem para definir os rumos dos próximos dias. Até o fechamento desta edição, as decisões ainda não haviam sido divulgadas. Segundo a supervisora da escola João Corrêa, Andrelise Cruz, nesta terça e quarta-feira nenhuma turma terá aula, pois a categoria participará de assembleias do CPERS - Sindicato dos Professores do Rio Grande do Sul.

Já a Escola Danton Corrêa da Silva está em greve durante esta semana devido ao parcelamento, mas também devido a reforma que ocorre na estrutura da instituição. “Os vereadores de Canela nos prometeram apoio e irão se reunir com os deputados de seus partidos para procurar uma proposta”, comenta a diretora da Danton, Leandra Aires dos Santos. A educadora acrescenta que, devido ao parcelamento, há professores pedindo exoneração do Estado. “Uma professora me relatou que nunca chorou tanto por causa do trabalho quanto agora. Ela teve que parcelar o valor do aluguel no banco e não tem dinheiro nem para ir até Caxias pedir exoneração”, lamentou.

As escolas Carlos Wortmann e a Pedro Oscar Selbach seguem em greve por tempo indeterminado.


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