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Flórida

Morando em cidade evacuada, hamburguense busca abrigo em hotel à prova de furação

Desafio agora é voltar para casa e ver os estragos provocados pelo Irma

Júlio Schneider/Especial
Hamburguense se hospedou em hotel à prova de furações
O hamburguense Júlio Schneider, que mora desde 1999 em Sunny Isles, no Condado de Miami, procurou refúgio em um hotel a 30 minutos de casa e à prova de furacões. “Eu já passei por vários furacões aqui, mas nunca tinha registrado um tão severo como esse”, conta. No hotel, embora tenha ficado em segurança, Schneider levou seus mantimentos porque o local ficou sem luz e interrompeu os serviços. “Foi uma escolha. Optei em procurar um hotel seguro do que dirigir horas como fizeram 5 milhões de pessoas”, disse.

De acordo com ele, o dia amanheceu bonito na Flórida e, nesta manhã, ele deve pegar a estrada e retornar para casa, a fim de contabilizar os estragos. A dificuldade agora, entretanto, será conseguir entrar na cidade que proibiu a entrada de pessoas. Apenas quem trabalha em primeiros socorros e nos consertos terá entrada permitida na área de evacuação. Segundo o comunicado emitido pelas autoridades de Sunny Isles Beach, a cidade sofreu severos danos em linhas de transmissão de energia e outras estruturas importantes e as ruas estão perigosamente cheias de escombros. "Eu estou indo para ver a situação pessoalmente", afirmou.

Já aqui na região, os familiares de Carina Löff, que morava em São Leopoldo, mas vive em Orlando há um ano com o marido e os dois filhos, por enquanto, estão sem notícias. Conforme a prima de Carina, a jornalista Graziela Wolfart, no domingo ela fez o último contato. “Ontem, ela se despediu de todos no grupo da família, pois tinha faltado luz e não sabia quando poderia se comunicar novamente. Estamos preocupados”, comenta.


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