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Estados Unidos

'O momento é de solidariedade', conta empresário gaúcho que está na Florida

Ben Nahum faz relato sobre o ambiente na cidade antes da chegada de furacão

Arquivo Pessoal
Loja com proteção nos vidros
O empresário gaúcho Ben Nahum, 61 anos, está na cidade de Aventura, ao norte de Miami, na rota do temido Furacão Irma. Apesar disso, optou por permanecer em um apartamento. ‘‘Foi tudo muito rápido. Logo passagens aéreas, de trem ou ônibus esgotaram. Imaginei que sair de carro com os postos vazios ou com longas filas, acrescentando uma multidão na estrada, gerando engarrafamentos, seria um caos. Por isso, decidi ficar num grande centro, próximo a recursos hospitalares, em prédio com boas condições estruturais. Espero estar certo’’, disse ele, ontem à noite, ao Jornal NH.

Nahum circulou pela cidade. Fez fotos de ruas vazias e de prédios e comércios com sacos de areia nas portas e outras proteções. ‘‘Neste momento, ninguém tem certeza de nada. Quem mora em casas e as deixou, indo a um abrigo ou a uma distância segura, nenhum, sem exceção, sabe em que condições as encontrarão’’, acrescentou.

Arquivo Pessoal
Prédio à direita está quase todo protegido com shutters - protetores metálicos contra furacões
Por estar em um edifício, teoricamente está em local mais seguro. ‘‘No caso do apartamento que ocupamos, a administração solicitou a todos os moradores que retirassem móveis ou quaisquer objetos que houvessem nas varandas. Um vizinho nos relatou que em outro furacão, anos atrás, uma cadeira do prédio em frente veio parar no seu quarto, atravessando a janela do 18º andar’’, contou. No prédio em que ele está, ainda não é obrigatório que todos tenham os protetores de furacão metálicos, chamados de shutters. Quem tem, porém, está tratando de usar. ‘‘O ideal seria que todos tivessem e que fossem bem mantidas, facilitando seu fechamento.’’

Nahum conta que imóveis mais modernos utilizam vidros anti-impacto, facilitando a proteção e mantendo o ambiente iluminado. Além disso, acrescentou, carros tiveram que ser removidos do andar térreo e colocados nos andares superiores de estacionamento. sem luz Um shopping local e outros empreendimentos comerciais ofereceram suas vagas cobertas como cortesia. ‘‘Vale dizer que o momento é de muita solidariedade. Cada um ajudando o outro a se proteger.’’

Arquivo Pessoal
Sacos de areia na porta de um centro comercial para proteger da entrada de água
O empresário viveu situação parecida há alguns anos, mas na ocasião o furacão acabou desviando a rota. Agora, a situação é mais grave. E ele está se preparando para enfrentar uma situação extrema. Em breve, com Irma se aproximando mais, a luz deve ser cortada pela companhia de energia elétrica, dentro de um protocolo de segurança pré-estabelecido. Portanto, geladeira, ar-condicionado e Internet, por exemplo, vão funcionar apenas enquanto durarem as baterias. ‘‘Já houve casos em que o restabelecimento de luz levou até duas semanas’’, contou o empresário na entrevista ao NH.

Entre as recomendações que recebeu, está de estocar água e alimentos que não dependam de refrigeração e guardar documentos importantes e dinheiro protegidos da água, além de ter à mão lanterna e rádio de pilha.


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