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Tragédia

Devastadas pelo Irma, ilhas do Caribe podem ser atingidas por mais um furacão

Furacão José ganhou força e já está na categoria 4, diz NHC

NOAA/Twitter
Imagem de satélite mostra formação dos furacões Katia (esq.), Irma (centro) e José (dir.)
O Centro Nacional de Furacões (NHC, na sigla em inglês) dos Estados Unidos anunciou nesta sexta-feira (8) que o furacão José — outro fenômeno no Oceano Atlântico simultâneo aos furacões Irma e Katia — se fortaleceu, subindo da categoria 3 para 4 — a segunda maior na escala Saffir-Simpson, que vai até 5. A 30 quilômetros por hora, o fenômeno está a cerca de 700 quilômetros das Pequenas Antilhas e gera ventos de 240 quilômetros por hora, segundo o órgão. Já o Katia evoluiu para o nível 2.

O governador da Flórida, Rick Scott, anunciou nesta sexta-feira que todos os moradores devem se preparar para abandonar o estado americano em meio à ameaça imposta pela chegada do furacão Irma, que deve tocar o continente americano no domingo. O fenômeno foi rebaixado da categoria 5 para 4, mas continua "extremamente perigoso", segundo o Centro Nacional de Furacões (NHC).

"A tempestade é mais ampla que nosso estado inteiro. Todos os moradores da Flórida devem se preparar para sair logo", afirmou Scott, agradecendo aqueles que já estão em trânsito a caminho de outras regiões do país. "Sei que muitos estão presos no trânsito, tenho certeza de que é muito frustrante. Retiradas não são convenientes, mas são absolutamente feitas para mantê-los em segurança."

AFP
O rastro de destruição deixado pelo furacão Irma na ilha de Sain Martin, no Caribe

Devastação no Caribe

Durante a passagem pelo Caribe, o furacão Irma deixou ao menos 19 mortes, segundo confirmação de governos regionais: uma criança em Barbuda, uma em Anguila, três em Porto Rico, quatro nas Ilhas Virgens americanas e nove na parte francesa da ilha Saint Martin e um na parte holandesa.

Com rajadas de vento que chegaram a 295 km/h, o furacão varreu pequenas ilhas caribenhas como Saint Martin, onde 60% das casas ficaram inabitáveis.

"Parece como se uma podadora gigante tivesse descido do céu e passado pela ilha", explicou Marilou Rohan, moradora afetada, à emissora NOS. "As casas foram esmagadas. As pessoas não têm esperança, vemos em seus olhos", acrescentou Rohan nesta ilha conhecida pelas praias paradisíacas e cujo território França e Holanda compartilham.

As autoridades francesas confirmaram nove mortos em Saint Martin e 50 feridos. Do lado holandês, houve pelo menos um morto. A ministra francesa de Ultramar, Annick Girardin, que percorreu Saint Martin na quinta-feira, disse que viu alguns saques.

"A situação é grave", confirmou o primeiro-ministro holandês Mark Rutte.






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