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Estética

Botox também está no consultório do dentista

Profissionais são autorizados a fazer procedimentos com toxina botulínica

Ortho Advance/Ortho Advance/Divulgação
Elina fez um total de 17 pontos na testa, lado dos olhos e acima do lábio

Pinças, brocas, colher de dentina, espátulas e espelho não são mais os únicos elementos presentes na sala do dentista. Na Ortho Advance Odontologia Especializada, de São Leopoldo, réguas, calculadoras e lápis fazem parte do kit de instrumentos desde o ano passado, quando a clínica foi uma das pioneiras na região a aplicar a toxina botulínica, o popular botox, e preenchedores dérmicos.

O consultório odontológico não é mais lugar para cuidar apenas dos dentes, mas para cuidar também da estética facial. “Há meses trago minha filha para tratar os dentes e descobri que podia colocar botox. Fiz um total de 17 pontos na testa, lado dos olhos e acima do lábio”, conta Elina Linderce, de Novo Hamburgo. “É meu segundo procedimento. E mesmo sendo simples, é fundamental a confiança no profissional”, complementa.

Ir ao consultório odontológico para amenizar rugas ou fazer outros tratamentos estéticos faciais pode soar estranho, mas a atuação está amparada legalmente pelos Conselhos Federais de Medicina e de Odontologia desde 2016, quando autorizaram os cirurgiões-dentistas a usarem a toxina botulínica e os preenchedores faciais para fins estéticos em seus pacientes. “A regulamentação reforça o entendimento de que o cirurgião-dentista é o profissional que tem o domínio, conhecimento da região facial tanto ou mais do que o médico, portanto, é capacitado para fazer as intervenções”, justifica Maxuel Cardoso Ramos, diretor da Ortho Advance e mestre em cirurgia e tratamento buco-maxilo-facial.

Regras de segurança são seguidas à risca

Entre uma medicação e outra e cálculos para saber o quanto de toxina será utilizado em cada ponto, o cirurgião-dentista explica que, embora simples, o procedimento exige cautela e cuidados. “Trabalhamos com uma linha de segurança para obter os resultados almejados, porque dependendo da forma de aplicação, ao invés de levantar a aba da sobrancelha pode cair”, exemplifica. Outra regra seguida à risca é o descarte da seringa no mesmo procedimento. “O material é trocado de aplicação em aplicação, conforme a região da face do paciente.”

Mais do que resultados estéticos, a toxina botulínica é uma grande aliada no tratamento dentário. Foi com este propósito que a auxiliar administrativa Janaína Avello, de São Leopoldo, se submeteu ao procedimento. Depois de fazer uma gengivoplastia, Janaína queria amenizar o volume do sorriso. “O botox entra como complemento nesse processo, ao relaxar a musculatura do lábio, provoca o atenuamento do sorriso gengival”, comenta o cirurgião-dentista.

Ortho Advance/Divulgação
Para Janaína, botox ajudou a amenizar o volume do sorriso

Intervalo entre aplicações deve ser respeitado

Ramos explica, ainda, que a toxina tem efeito vacina, o que torna necessário a espera de pelo menos quatro meses para fazer nova aplicação, mesmo que seja em outra área. “Em pacientes recorrentes de consultório, a toxina deixa de fazer efeito. Por isso da importância de respeitar o prazo de espera”, explica o profissional. Segundo ele, a toxina botulínica tem duração média de seis meses, porém depende da intensidade da força muscular de cada um. Após este prazo, precisa ser reaplicada para manutenção do resultado obtido.

Indicado para homens e mulheres a partir dos 18 anos, o uso da toxina botulínica exige alguns requisitos mínimos, como não consumir bebidas alcoólicas 48 antes e depois do procedimento. E, após a aplicação, o paciente não pode dormir nas seis horas seguintes para não ter o risco de pressionar os pontos e eles se difundirem para regiões que não são o alvo.

Sem edemas, os resultados começam a ganhar pico a partir do 15° dia e até o 30° dia todo o ciclo está completo.


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