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Entrevista

Simone Leite exalta debate político dentro da Federasul

Empresária completa um ano à frente da entidade e diz que reforma política está sendo feita pela Lava Jato

Simone é a primeira mulher a comandar a FederasulO engajamento da classe produtiva, com participação mais efetiva das lideranças do interior, e a alteração estatutária que mudou o nome de Federação das Associações Comerciais e de Serviços para Federação das Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul. Avanços exaltados pela presidente da Federasul, Simone Leite, que está completando um ano à frente da instituição, fundada há 90 anos. “Essa adaptação do nome corrige um erro histórico que era o de representar todos os setores da economia”, destaca Simone, acentuando que a bandeira da participação política também foi alterada no estatuto.

“Prevendo a possibilidade de se tratar temas políticos dentro da nossa entidade. Não estou falando de política partidária, mas daquela política que transforma a vida das pessoas. Nós mesmos, na condição de empreendedores, precisamos nos articular, agir e atual em prol de menos burocracia, da simplificação, das questões de cargas tributárias, normas e leis, e tudo isso é político”, assinala ela, primeira mulher a comandar a Federasul.

Enfatiza que a ocupação de espaços políticos por associados da entidade precisa começar a partir dos municípios e que um dos desejos é ter nas próximas eleições mais candidatos ligados ao setor disputando vagas na Assembleia Legislativa. “Para qualificar, trazendo esse olhar de gestão, um olhar mais atento aquilo que a sociedade está buscando. Porque hoje temos uma radicalização. Ou sou base do governo ou sou oposição ao governo e assim se dá o voto na Assembleia. Precisamos de serenidade e percebermos que esse novo momento exige novas relações com aquilo que é público, pensando no Estado não amanhã, mas sim daqui a cinco, dez, quinze anos, pensando numa sustentabilidade financeira”, opina.

Lava Jato faz reforma política

Filiada ao Partido Progressista (PP) e candidata ao Senado pela sigla no pleito 2014, Simone Leite entende que a reforma política, que não avança no Congresso Nacional, é muito necessária ao País. “Mas uma grande reforma política já está acontecendo a partir da Operação Lava Jato. A eleição do ano que vem, no meu ponto de vista, vai ser diferente de todas as outras, ao menos nos últimos 60 anos da nossa história. A população vai estar mais atenta, porque sabe que quando dói no bolso a gente fica mais alerta e atento. O bom debate deve começar já a partir deste ano”, opina.

Quanto ao seu nome vir a ser indicado para algum cargo eletivo no futuro, a empresária evita projeções. “Sigo fiel às minhas convicções de que temos que participar (da política). Hoje estou presidente da Federasul, mas acredito que a gente não precisa ter um mandato para influenciar, propor ou fazer as mudanças. Acho que dentro do partido ainda há um longo caminho a percorrer. Neste momento não podemos pensar em nomes, mas no perfil. É isso que a opinião pública tem que se ater, no que a gente quer para o Rio Grande do Sul como liderança”, pondera.


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