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Teatro

Dirigida por Jô Soares, Histeria chega para arrancar muitas risadas

Espetáculo ocorrerá na sexta-feira no Teatro Feevale

Divulgação
Comédia: peça dirigida por Jô Soares promove o encontro de Freud e Salvador Dalí nos palcos
No palco, o encontro entre a psicanálise de Sigmund Freud e o surrealismo do pintor Salvador Dalí se transformam em Histeria. Dirigida por Jô Soares, a peça chega ao Teatro Feevale nesta sexta-feira e traz, ora comédia, ora drama, algumas pinceladas da psicanálise e o surrealismo e sua junção. O elenco, em Novo Hamburgo, é composto por Norival Rizzo, Rubens Caribé, Erica Montanheiro e Milton Levy.

Entrevista n Norival Rizzo

É a primeira vez que o grupo se apresenta no Rio Grande do Sul?

Norival Rizzo - Estivemos no Sul no ano passado, no Theatro São Pedro. É a primeira vez em Novo Hamburgo. Todo lugar que a gente passa somos recebidos muito bem. O público gosta muito e se diverte com a gente.

Qual o grande diferencial da peça Histeria?

Rizzo - A peça parte de um sonho. Freud já está no fim da vida e fugindo da 1ª Guerra Mundial, saindo da Áustria em direção à Londres, aonde ele morre. E esse encontro mostra uma participação do Dalí no sonho dele. Ele mistura a psicanálise com o surrealismo. É mais ou menos a vida dele passando por ali.

Como é ser dirigido pelo Jô Soares? Sempre é um grande aprendizado?

Rizzo - Sempre. O Jô é uma pessoa talentosíssima, culta e muito divertida. É amigo da gente. Foi um prazer muito grande trabalhar com ele. Momentos de aprendizado. Ele já tinha esse texto há muito tempo e então fomos chamados para o elenco. Estamos bem felizes com o resultado.

E como foi trabalhar com o resto do elenco?

Rizzo - Chego a conclusão comum de que a gente é uma família, por questão de contracenar há muito tempo junto.

Como foi a preparação de vocês para a peça?

Rizzo - Por dois meses, nós ensaiávamos seis horas por dia. Estreou em São Paulo e ficou quase um ano por lá. Depois começamos a viajar, ficamos uma temporada no Rio de Janeiro, passamos por Salvados e Belo Horizonte. Eram, em média, 12 ou 15 shows por mês. E agora nos preparamos para trazer a peça pro Sul e não esperamos menos que ao longo desses dois anos. Esperamos alegria e diversão do público.

“Histeria” promove um encontro entre Freud e Dalí, personagens cheios de nuances. Como foi seu processo de construção do seu personagem, Freud?

Rizzo - Como o espetáculo mostra um sonho do Freud, nós realmente não queremos fazer tese sobre a psicanálise. Não há aprofundamento, de como era, a questão do auto desafio. Não temos essa pretensão. A nossa ideia é trazer um espetáculo divertido e gostoso com uma dose de conhecimento.

A peça é uma ficção inspirada em fatos, qual é a maior dificuldade nesse processo?

Rizzo - Eu acho que não existe alguma específica. Fazemos o espetáculo já tem um certo tempo, são dois anos em cartaz e vários de carreira. Não temos dificuldade. Brincamos muito em cena e é isso.

Na sua opinião, psicanálise e surrealismo podem andar juntos?

Rizzo - Risos. É um pouco difícil, mas é o que a peça tenta mostrar no palco, o encontro entre o Freud com Salvador Dalí. Ele, de fato, aconteceu. Mas a gente não sabe o que eles conversaram, então fica por conta da ficção.

Serviço

O quê: Histeria, com direção de Jô Soares

Quando: Sexta-feira (9), às 21 horas

Onde: Teatro Feevale (RS-239, 2.755, em Novo Hamburgo)

Quanto: Balcão nobre 70 reais, frisas e plateia 90 reais e camarote 100 reais


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