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Schirmer anuncia em Porto Alegre, nesta quarta-feira, Força Tarefa contra homicídios

Ação focará inicialmente Porto Alegre, mas pode se estender ao Vale do Sinos e região metropolitana

Secretário de Segurança Pública, Cezar Schirmer, com soldado da Brigada MilitarO total de 2.872 homicídios em todo o Rio Grande do Sul em 2016 e os mais de 200 este ano, somente na capital, com execuções, esquartejamentos e o cidadão acuado e inseguro, explicam o anúncio que será feito às 9h30 desta quarta-feira, no parque Marinha do Brasil, em Porto Alegre, pelo secretário estadual da Segurança Pública, Cezar Schirmer. Envolve a criação de uma Força-Tarefa (FT) de combate ao principal crime contra a vida. O evento marca o lançamento da Operação Avante e entrega de armas. Formada por 600 servidores, sendo 400 da Brigada Militar e outros 200 da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP), terá foco inicial em Porto Alegre, uma das três capitais brasileiras escolhidas pelo Ministério da Justiça para colocar em prática o Plano Nacional de Segurança Pública. É incerto até o momento se a FT também se estenderá, a partir do anúncio ou de maneira gradual, ao eixo Porto Alegre-Novo Hamburgo, que concentra 76% dos crimes de maior gravidade no Estado.

No cronograma inicial do PNSP, isso só aconteceria a partir de 2018. O certo é que no Vale do Sinos e na região metropolitana a Brigada Militar (BM) acena com a ampliação do número de efetivos e a intensificação da Operação Avante, dentro de um planejamento definido pelo novo comandante-geral, coronel Andreis Dal Lago. Até esta segunda-feira, o formato e o conteúdo do anúncio de Schirmer era mantido em segredo pela SSP-RS, com o comando da BM também impedido de antecipar detalhes.

Brigada na rua

À frente do Comando Regional de Policiamento Ostensivo do Vale do Rio dos Sinos (CRPO Vale do Sinos), o coronel Haroldo Edison Knebel reuniu-se na manhã de ontem, na capital, com o subcomandante-geral da BM, coronel Mário Ikeda. No encontro, conheceu detalhes do que será anunciado nesta quarta pelo governo. Sem poder revelar o conteúdo da reunião, resumiu apenas que o efetivo da região que atuou na Operação Golfinho - segundo ele a menor cedência entre todos os comandos regionais - já retornou às cidades de origem, e que a Operação Avante deve ser fortalecida nas 16 cidades sob sua responsabilidade. "E vale frisar para a comunidade que a Brigada está na rua para dar mais proteção a dará dentro das nossas capacidades operacionais", frisou Knebel.

Um mês de atraso na FT

Na prática, a FT deveria ter ido pras ruas em 15 de fevereiro deste ano. Contudo, a então vacância no cargo de ministro da Justiça, a indisponibilidade dos efetivos da FNSP - que estavam atuando no Rio, na capixaba Vitória e no Rio Grande do Norte – aliado a indefinição de quem pagaria as horas extras ou diárias dos PMs gaúchos, congelou a iniciativa. A partir do desembarque na última semana de mais 100 soldados da Força Nacional e o fim da Operação Golfinho, a FT agora sairá do papel. Contudo, persiste no campo administrativo a indefinição se a União bancará ou não os R$ 2,3 milhões estimados em horas extras/anuais aos 400 PMs gaúchos, conta que deverá ficar com a SSP-RS.

A participação da Polícia Civil

Chefe da Polícia Civil, o delegado Emerson Wendt diz que a participação de sua instituição na FT dos Homicídios ainda está indefinida. “Na primeira fase, até em razão desse reforço de policiais militares na capital, a ideia é reforçarmos os plantões das Delegacias de Polícia de Pronto Atendimento dos departamentos estadual da Criança e Adolescentes (Deca) e o de Polícia Metropolitana (DPM). Isso seria a primeira fase, até porque sabemos que atenderemos um número maior de ocorrências”, explica ele. Conforme Wendt, a segunda etapa ainda será apresentada e discutida com Cezar Schirmer, mas sem clareza se abrangerá ou não o Vale do Sinos. “Por nós, por ora, é o reforço em Porto Alegre, que é o reforço principal também em relação à Brigada Militar. E depois vamos fazer uma análise em relação aos demais casos”, assinala.


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