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Atentado

Explosão de carta-bomba na sede do FMI em Paris deixa um ferido

Prédio é compartilhado com Banco Mundial

Christophe Archambault/AFP
Sede do FMI em Paris
Uma assistente da direção ficou ferida nas mãos e no rosto nesta quinta-feira (16) depois de abrir uma carta-bomba que explodiu, na sede parisiense do Fundo Monetário Internacional (FMI), informaram fontes policiais.

Segundo as primeiras informações, várias pessoas foram retiradas das instalações por medida de proteção. A assistente da direção sofreu queimaduras, segundo a polícia.

A investigação foi confiada à polícia judiciária parisiense, enquanto a polícia científica já se encontra trabalhando no local.

Christophe Archambault/AFP
Sede do FMI em Paris
A diretora-gerente FMI, Christine Lagarde, condenou o ato de violência. "Fui informada da explosão no escritório do FMI em Paris, que feriu uma de nossas funcionárias. Estou em contato com o escritório e minha solidariedade está com nossos colegas de lá. Condeno este ato de violência covarde e reafirmo a resolução do FMI de continuar seu trabalho para assegurar seu mandato", concluiu.

Na véspera, atentado frustrado na Alemanha

Na véspera, a polícia alemã anunciou a descoberta, no ministério das Finanças, em Berlim, de um pacote que continha uma "mistura explosiva", frequentemente utilizada para causar ferimentos consideráveis. O pacote, que foi descoberto no setor de correios do ministério, continha uma mistura geralmente utilizada para a produção de material pirotécnico, segundo indicou a polícia. De acordo com um porta-voz da polícia, também foi encontrada "uma espécie de detonador".

Os jornais Bild e B.Z indicaram que o pacote seria endereçado diretamente ao ministro das Finanças, Wolfgang Schäuble. "A mistura poderia ter causado, com a abertura do pacote, ferimentos consideráveis", segundo a fonte.

A polícia evacuou o setor e as imediações para poder proceder à abertura do pacote em segurança.

Em janeiro de 2016, um pacote suspeito, que no fim das contas não representava risco, foi encontrado na sede do governo. E em novembro de 2010, um pacote contendo explosivo, endereçado à chanceler Angela Merkel, foi desarmado fora da chancelaria.


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