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Investigação

Quadrilha que atacou banco em SC é a mesma que assaltou agências em Parobé e Nova Hartz

Deic da Polícia Civil catarinense apresentou informações durante entrevista coletiva em Florianópolis

Polícia Civil SC/Divulgação
Parte da quadrilha foi presa e artefatos como armas, munições, explosivos e coletes balísticos foram apreendidos pela polícia catarinense após ataque a banco em São João Batista
A Polícia Civil, através da Diretoria Estadual de Investigação Criminal (DEIC), apresentou em uma coletiva à imprensa na Capital catarinense, nesta terça-feira (14) as armas, munições, explosivos, coletes balísticos e apetrechos utilizados por quadrilha durante tentativa de assalto ao Banco do Brasil, na madrugada, de sábado, 11, em São João Batista, na Grande Florianópolis. Na ocasião houve um confronto com policiais. Até o momento, foram quatro presos, três assaltantes mortos, um ferido e quatro foragidos, todos identificados e com extensa ficha criminal, em vários delitos como: latrocínio, homicídio, roubo, lesão corporal, tráfico de drogas, associação criminosa, explosão, adulteração, entre outros. Dois policiais civis, da Divisão de Roubos e Antissequestro (DRAS) foram atingidos por estilhaços durante o embate - um Agente de Polícia, que já recebeu alta do hospital e o Delegado, Anselmo Cruz, que permanece em observação, mas não corre risco de morte. O bando também seria autor dos ataques a bancos aqui no Rio Grande do Sul: em Nova Hartz, em 22 de janeiro, e em Parobé, no dia 17 do mês passado.

O Diretor da Deic, Delegado Adriano Krul Bini, esclareceu que as investigações, ocorridas como neste caso, em razão da periculosidade e complexidade são realizadas de caráter sigiloso e restrito à equipe que irá executar o trabalho policial. "A equipe da DRAS tomou conhecimento da possível ocorrência de explosão e se deslocou em quatro equipes para São João Batista. Três equipes se posicionaram, nas proximidades do Banco do Brasil e a outra próximo ao quartel da Polícia Militar porque os 'modus operandi', desta quadrilha, era que, primeiro, atacassem a base da PM e depois na instituição financeira. Essa organização criminosa é tão violenta que existiam divisões de tarefas e funções específicas para cada integrante. Eles eram investigados em atos ilícitos graves nos estados de SC e RS", explicou Bini.

Segundo o Delegado, os criminosos não são suspeitos, eles são autores da prática delituosa. "São pessoas com extensa ficha criminal e os marginais que entram em confronto armado com policiais da DEIC, são pessoas extremamente perigosas, com emprego de violência e grave ameaça", garante.

O Diretor finalizou a coletiva com o seguinte recado. "Aqui em Santa Catarina marginais não vão se criar", concluiu.


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