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No Espírito Santo

Força-tarefa vai investigar ligação entre PMs e atentados contra ônibus

Desde domingo, quatro veículos foram incendiados na Grande Vitória
Reprodução/Twitter
Clima de tensão no Espírito Santo
Uma força-tarefa formada pela Polícia Federal, Polícia Civil, Força Nacional e Forças Armadas vai investigar a participação de policiais militares em atentados contra ônibus no Espírito Santo. Desde o último domingo (12), pelo menos quatro ônibus foram incendiados em Vila Velha, Cariacica e Serra, na Grande Vitória. O secretário estadual de segurança, André Garcia, garantiu que, embora a manifestação esteja perdendo força, há um lado que aposta em atentados.
"A hierarquia e a disciplina foram perdidas nos últimos dias, mas vamos restabelecer a ordem. Radicalizar com quem quer radicalizar e conversar com quem quer conversar. Temos um pequeno núcleo de radicalização que tem apostado em ações e atentados contra a ordem pública. Algumas ocorrências estão sendo investigadas exatamente para punir a participação de policiais militares, ou quem quer que seja", afirmou Garcia. 
A força-tarefa também vai investigar a participação de policiais em homicídios e assaltos cometidos nos últimos dias no Espírito Santo. Desde o início do caos na segurança pública 146 pessoas foram assassinadas, segundo o sindicato da Polícia Civil. O governo ainda não divulgou dados oficiais. O secretário declarou também que já existem mais de 30 denúncias na ouvidoria nacional, em Brasília, sobre os crimes cometidos com suspeita de envolvimento policial. Ele afirmou que vai entrar em contato como órgão para apurar as denúncias. "Vamos investigar as milícias, se é que isso está sendo criado aqui", disse o secretário
Até agora, 1.900 policiais atenderam ao chamado do Comando Geral de reassumir suas funções e honrar o juramento que fizeram. Mesmo assim, segundo o secretário de segurança, não haverá anistia. Quase 3.200 homens das forças nacionais continuam fazendo o patrulhamento das ruas do Estado.
Um grupo pequeno de mulheres continua ocupando a porta de alguns batalhões e do Quartel General da PM, em Vitória. Ela apresentaram uma proposta de acordo, aceitando inclusive abrir não do reajuste salarial, mas o governo rejeito a proposta alegando que ela implicaria em novos gastos.

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